Russell, William Howard - The Prince of Wale’s Tour: a Diary in India with some Account of the Visits of his Royal Highness to the Courts of Greece, Egypt, Spain and Portugal, Londres, Sampson Low, 1877.
http://www.archive.org/details/princeofwalestou00russuoft
História da Madeira e dos Açores; Livros Antigos e Novos;Alfarrabistas; Literatura Portuguesa; Camilo Castelo Branco; Ex-libris; História da Medicina Portuguesa; Guerra Peninsular (Recolha de artigos e informações dispersas pela net)
quarta-feira, março 30, 2011
terça-feira, março 29, 2011
O Livro Marco Paulo impresso por Valentim Fernandes (...) - Maria Helena Martins Inês Garvão (2009)
UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE LETRAS
DEPARTAMENTO DE LITERATURAS ROMÂNICAS
O Livro Marco Paulo impresso por Valentim Fernandes.
Genealogia textual, leitura tipográfica e aspectos discursivos.
Maria Helena Martins Inês Garvão
DOUTORAMENTO EM ESTUDOS LITERÁRIOS
Especialização em Literatura Portuguesa
2009
ÍNDICE:
- INTRODUÇÃO
- I - ASCENDENTES TEXTUAIS DO LIVRO DE MARCO POLO
- 1. Uma versão obtida em Veneza?
- 2. Uma hipótese sobre os ascendentes textuais da versão portuguesa
- 3. Cotejo intertextual
- a) A versão portuguesa e a versão latina
- b) A versão portuguesa e a versão veneziana
- 4. Análise linguística dos textos da compilação de Valentim Fernandes
- 5. Outros aspectos linguísticos dos textos da compilação
- I I – LEITURA TIPOGRÁFICA DE MARCO PAULO
- Introdução
- Siglas das obras editadas por Valentim Fernandes
- 1. Encabeçamento
- 2. Pé de Imprensa
- 3. Anotações Técnicas
- 4. Colação
- 5. Impressão
- 6. Composição da Folha
- 7. Cabeçalhos
- 8. Iniciais
- 9. Ilustrações
- 10. Marcas Tipográficas
- 11. Marca de Água
- 12. Cor da Tinta, Suporte e Marginalia
- III – ASPECTOS DISCURSIVOS
- 1. Os textos introdutórios à obra poliana
- a) A epístola de Valentim Fernandes a D. Manuel
- b) A introdução do editor ao livro de Marco Polo
- c) Os capítulos das províncias de título real
- d) O proémio do livro de Nicolau Veneto
- 2. Os outros textos da compilação
- a) O livro de Marco Polo e o livro de Nicolau Veneto
- b) O livro de Marco Polo e a carta de Jerónimo de Santo Estevão
- CONCLUSÃO
- BIBLIOGRAFIA
Ramalho Ortigão e o culto dos monumentos nacionais no século XIX - Alice Nogueira Alves (2009)
UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE LETRAS
Departamento de História
Instituto de História da Arte
RAMALHO ORTIGÃO E O CULTO DOS MONUMENTOS NACIONAIS NO SÉCULO XIX
ALICE NOGUEIRA ALVES
Doutoramento em História na Especialidade de Arte, Património e Restauro
Tese orientada pela Professora Doutora Maria João Baptista Neto
2009
Resumo:
No fim do século XIX, Ramalho Ortigão publicou uma importante obra, O Culto da Arte em Portugal, onde desenvolveu um levantamento crítico de vários aspectos relacionados com a defesa e valorização do Património nacional, encarados como testemunhos da História de Portugal e elementos essenciais para a justificação da sua identidade nacional. Enquadrado num conjunto de influências nacionais e estrangeiras anteriores, assimiladas e ponderadas ao longo da sua obra literária, o autor apresentou uma visão pessoal sobre o assunto, complementada com um conjunto de propostas para a resolução de alguns dos problemas enunciados. Este interesse pelos monumentos nacionais foi acompanhado pela participação nas Comissões e Conselhos formados a partir do início da década de noventa do século XIX, exclusivamente dedicados a este problema. Através da elaboração de pareceres, muitas vezes complementados com visitas aos locais, Ramalho Ortigão tentou aplicar na prática os seus princípios, na maioria sem resultados evidentes. Segundo ele, para alterar as mentalidades era preciso começar por fomentar a educação do povo, sensibilizando-o para o valor dos seus monumentos e a sua importância na identificação da sociedade onde se integravam, sendo também imprescindível um arrolamento geral dos principais elementos a proteger e a divulgar. Na área das Artes Decorativas alcançou maior sucesso, conseguindo provar, nas exposições e Comissões onde participou a ligação entre a arte antiga e a produção das pequenas indústrias de cariz artesanal, então existentes no país e que a manutenção de tradições e a persistência de motivos decorativos tinham um papel essencial na preservação de uma Arte distinta, marcada por variações regionalistas providas de uma originalidade única, tipicamente portuguesa. Assistimos, ainda, ao seu empenhamento em prol do estudo e salvaguarda da pintura dos séculos XV e XVI, pois para ele, além das qualidades artísticas destes quadros, os elementos representados poderiam ser usados como base de estudo aprofundado da sociedade da época, uma das mais distintas da História nacional. A Comissão instituída em 1910 para a inventariação e tratamento destas pinturas só chegou a alcançar os objectivos delimitados por Ramalho Ortigão após a sua morte, ficando, assim, um dos seus principais mentores, privado de se poder orgulhar de mais esta batalha vencida em favor do património artístico nacional.
Adaptado de: http://repositorio.ul.pt/handle/10451/2401
Adaptado de: http://repositorio.ul.pt/handle/10451/2401
Athena Revista de Arte (1924-1925)
Athena : revista de arte, propr. Sociedade Editora Athena ; dir. Fernando Pessoa e Ruy Vaz. - V. 1, n.º1 (Out. 1924)-v. 1, n.º 5 (Fev. 1925). - Lisboa : Imprensa Libanio da Silva, 1924-1925. - v. ; 25 cm. - Mensal.
Leilão da Biblioteca do Dr. José de Sá Monteiro de Frias - Livraria Manuel Ferreira
Volume I
Volume II
A Livraria Manuel Ferreira vai realizar o leilão da Biblioteca do Dr. José de Sá Monteiro de Frias.
O leilão decorrerá entre os dias 29 de Março a 2 de Abril de 2011, no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim (Porto).
Os 1910 lotes são constituídos na sua maioria por obras de literatura e história, devendo no entanto salientar-se os títulos referentes a Camilo Castelo Branco (bibliografia activa e passiva).
Entre a importante colecção Camiliana estão patentes algumas das mais raras obras de Camilo Castelo Branco: Amor de Perdição, Herculano, Horas de Lucta, Pundonores Desegravados, A Infanta Capelista, ...
Mais um importante leilão sob a chancela da Livraria Manuel Ferreira.
Boa sorte a todos.
Indicador de madeiras e plantas uteis do Brasil - Eurico Teixeira da Fonseca (1922)
Fonseca, Eurico Teixeira da - Indicador de madeiras e plantas uteis do Brasil, Rio de Janeiro, Officinas graphicas Villas-Boas & co., 1922.
http://www.archive.org/details/indicadordemadei00teix
Instructions nautiques et routiers Arabes et Portugais des XVe et XVIe siècle : reproduits, traduits et annotés - Gabriel Ferrand (1921)
Ferrand, Gabriel - Instructions nautiques et routiers Arabes et Portugais des XVe et XVIe siècle : reproduits, traduits et annotés, 3 volumes, Paris, Librairie Orientaliste Paul Gheutner, 1921-1928.
Volume: 01
Volume: 02
Volume: 03
Glossaire des mots espagnols et portugais dérivés de l'arabe - R. Dozy, W. H. Engelmann (1869)
Dozy, Reinhart Pieter Anne; Engelmann, W. H. (Willem Herman) - Glossaire des mots espagnols et portugais dérivés de l'arabe, seconde edition, Leyde Brill, 1869.
http://www.archive.org/details/glossairedesmots00dozyuoft
A afronta a António Nobre - César de Frias (1920)
Frias, César de - A afronta a António Nobre, Lisboa, Livraria Central, 1920.
http://www.archive.org/details/afrontaantnion00friauoft
quarta-feira, março 23, 2011
Manuel Gregório Pestana Júnior - in Secretaria Geral Ministério das Finanças)
MANUEL GREGÓRIO PESTANA JÚNIOR
Manuel Gregório Pestana Júnior nasceu em Porto Santo, a 16 de Agosto de 1886, e aí veio a falecer, a 19 de Agosto de 1969.
Era filho de Manuel Gregório Pestana, proprietário, e de Maria Carolina de Andrade Pestana.
Começou os estudos secundários no Funchal e veio a completá-los, entre 1899 e 1905, no Colégio Jesuíta de Campolide, em Lisboa. Na última dessas datas, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e aí conclui, em 1910, o respectivo bacharelato, vindo a seguir a carreira profissional de advogado,
embora tivesse também desempenhado cargos na magistratura, como o de juiz de direito doFunchal, em 1916.
Manuel Gregório Pestana Júnior nasceu em Porto Santo, a 16 de Agosto de 1886, e aí veio a falecer, a 19 de Agosto de 1969.
Era filho de Manuel Gregório Pestana, proprietário, e de Maria Carolina de Andrade Pestana.
Começou os estudos secundários no Funchal e veio a completá-los, entre 1899 e 1905, no Colégio Jesuíta de Campolide, em Lisboa. Na última dessas datas, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e aí conclui, em 1910, o respectivo bacharelato, vindo a seguir a carreira profissional de advogado,
embora tivesse também desempenhado cargos na magistratura, como o de juiz de direito doFunchal, em 1916.
Filiado, desde bem cedo, no Partido Republicano Português, manifesta as suas simpatias políticas nos tempos em que frequentou a Universidade, quando participa no greve académica de 1907, de que resultou ser julgado e absolvido.
É, aliás, em Coimbra, na loja “Revolta”, que se iniciará, em 1913, na Maçonaria, recebendo o apodo de Bakunine.
Com o advento da República, assume, logo em 1910, o lugar de administrador do concelho do Funchal, em cujo exercício se demora até 1913, momento em que regressa ao parlamento (em 1911, fora eleito deputado à Assembleia Constituinte pelo círculo do Funchal), mas, desta vez, tomando o respectivo assento até 1917, sem interrupções.
Não seriam os seus últimos mandatos como deputado, uma vez que voltou a ser eleito entre 1922 e 1926, pelo círculo de Lisboa.
Entretanto, no biénio de 1924-1925, desempenhou o lugar de ministro das Finanças (de 22 de Novembro daquele ano a 15 de Fevereiro seguinte) e integrou a vereação da Câmara Municipal de Lisboa, além de ter
dissidido para a Esquerda Democrática (em meados de 1925), onde, à semelhança do que tinha acontecido no seu anterior partido, vem a ser membro do respectivo Directório.
Desfechada a Ditadura Militar em 28 de Maio de 1926, volta a fixar residência no Funchal e a exercer advocacia, tal como nos primeiros tempos pós-universitários, vindo a ser, em 1945, presidente da delegação funchalense da Ordem dos Advogados.
Proprietário e director do jornal O Radical (órgão do Partido Republicano Português na Madeira, entre 1912 e 1916), colaborou no Diário de Notícias, n’O Mundo e n’A Luta, entre outros, além de ter sido autor de obras de carácter jurídico e histórico.
In: http://213.58.158.155/NR/rdonlyres/9AF52295-B6B6-4960-BF99-8D59A7F218DF/3093/ManuelGreg%C3%B3rioPestanaJ%C3%BAnior.pdf
Manuel Gregório Pestana Júnior - Wikipedia
Manuel Gregório Pestana Júnior (Porto Santo, 16 de Agosto de 1886 — Porto Santo, 19 de Agosto de 1969) foi um advogado, magistrado, publicista e político republicano madeirense que, entre outras funções, foi deputado e Ministro das Finanças de um dos governos da Primeira República Portuguesa. Teve papel relevante na Revolta da Madeira.
Biografia
Pestana Júnior, nome pelo qual ficou conhecido nas lides políticas, foi filho de Manuel Gregório Pestana, proprietário, e de Maria Carolina de Andrade Pestana, uma família originária da ilha do Porto Santo, onde, alternando com o Funchal, residia por largos períodos.
Fez os seus estudos primários e iniciou os secundários no Funchal, mas, depois de abandonar o Liceu do Funchal, entre 1899 e 1905 foi aluno do Colégio Jesuíta de Campolide, em Lisboa, onde concluiu os estudos secundários.
Em Outubro de 1905 matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde se formou em Direito no ano de 1910. Durante a sua estadia em Coimbra aderiu aos ideais republicanos, filiando-se no Partido Republicano Português e participando na Greve Académica de 1907, de que resultou ser julgado e absolvido.
Regressou ao Funchal, cidade onde iniciou a carreira profissional de advogado, mas com o advento da Primeira República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910, foi convidado para assumir, logo naquele ano, o lugar de administrador do concelho do Funchal, cargo que exerceu até 1913. Entretanto, em 1911 foi eleito deputado pelo círculo eleitoral do Funchal à Assembleia Constituinte da República, cargo que acumulou com a administração do concelho funchalense.
Em 1913 foi eleito deputado ao Congresso da República, cessando as funções como administrador do concelho e fixando-se em Lisboa. Neste mesmo ano de 1913 foi iniciado na Maçonaria, ingressando na loja Revolta, de Coimbra, com o nome simbólico de Bakunine. Manteve o assento parlamentar, sem interrupções, até 1917.[1]
Entretanto, também desempenhou transitoriamente cargos na magistratura judicial, entre os quais o de juiz de direito do Funchal no ano de 1916.
Voltou a ser eleito deputado, pelo eleitoral de círculo de Lisboa, no ano de 1922, mantendo-se no cargo até ao derrube do regime em 1926.
Integrou o Directório Nacional do Partido Republicano Democrático e desempenho as funções de Ministro das Finanças entre 22 de Novembro de 1924 e 15 de Fevereiro de 1925, no governo presidido por José Domingues dos Santos. Também foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Em meados de 1925 integrou o grupo de militantes republicanos que fundaram a Esquerda Democrática, partido do qual viria a ser membro do respectivo Directório Nacional.[2]
Com a queda do regime democrático e a instalação da Ditadura Nacional, consequência da do Golpe de 28 de Maio de 1926, fixou residência no Funchal e reiniciou a sua actividade como advogado. Esteve envolvido na Revolta da Madeira, em Março de 1931.
Em 1945 foi eleito presidente da delegação da Ordem dos Advogados Portugueses no Funchal. Para além de uma vasta obra jornalística e de opinião dispersa por múltiplos periódicos, em especial n’O Radical, jornal fundou e dirigiu e que entre 1912 e 1916 foi o órgão do Partido Republicano Português na Madeira, é autor de obras de carácter jurídico e histórico.
Adaptado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Greg%C3%B3rio_Pestana_J%C3%BAnior
Foto: http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=182307
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Historie del S.D. Fernando Colombo - Fernando Colón
Colón , Fernando; Ulloa , Alfonso de; Pané , Ramón - Historie del S.D. Fernando Colombo; : nelle quali s'ha particolare, & v...
-
Rodrigues , José Wasth; Barroso , Gustavo - Uniformes do Exercito brasileiro, 1730-1922 : Obra commemorativa do Centenario da Ind...
-
Século XV 1418/00/00 Reconhecimento da ilha de Porto Santo 1418/07/02 Desembarque de João Gonçalves Zarco em Machico 1419 Reconhecimento da ...













