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segunda-feira, fevereiro 12, 2018

UMA ANTIGA LISTA DE PLANTAS DA MADEIRA / SUBSIDIOS PARA O ESTUDO DA FLORA DO ARCHIPELAGO DA MADEIRA




Menezes, Carlos A. de 
- UMA ANTIGA LISTA DE PLANTAS DA MADEIRA
págs. 12-25.
- SUBSIDIOS PARA O ESTUDO DA FLORA DO ARCHIPELAGO DA MADEIRA
págs. 113-119,
In Broteria - Serie Botânica, volume XX, 1922.

terça-feira, maio 26, 2009

«Padre Manuel Alvares» - Elucidário Madeirense

Alvares (Padre Manuel). Dizem antigos nobiliarios madeirenses que Afonso Alvares Columbreiro, natural duma povoação dos subúrbios de Sevilha, foi um dos primeiros e nobres povoadores do lugar da Ribeira Brava e que ali fundara as capelas de Santa Catarina e S. Bento no morgadio por ele instituído e que tinha a sua sede naquela freguesia. Uma sua neta, por nome Brigida Gonçalves e o marido desta João Mealheiro ou Malheiro, que tinham foro de fidalgos, foram os ascendentes do padre Manuel Alvares, que procede portanto de nobre linhagem, o que aliás pouco acrescenta aos seus incontestaveis méritos e virtudes. Seus pais eram Sebastião Gonçalves e Beatriz Alvares, que conservaram as regalias de nobreza herdadas de seus maiores.
Todos os seus biógrafos, incluindo o autor da Synopsis Annalium Societatis Jesu in Lusitania, afirmam que entrou para o instituto da Companhia de Jesus a 4 de Julho de 1546, tendo 20 anos, e que morreu em Évora a 30 de Dezembro de 1583 com 57 anos de idade. Deve, pois, ter nascido em 1526, época em que nesta diocese não era ainda regular o registo dos nascimentos, não se encontrando por isso o respectivo assento no arquivo paroquial da Ribeira Brava, como mais duma vez tivemos ocasião de verificar.
Amanhecera nele a vocação eclesiástica, pois já em 1538 recebera as ordens sacras, chamadas menores, das mãos de D. Ambrosio Brandão, bispo titular de Rocina, que viera a esta ilha exercer temporariamente as funções episcopais. Conta o padre Antonio Franco que aportando ao Funchal uma nau, que navegava para a Índia, lançara em terra por motivo de doença, um religioso da Companhia de Jesus, que se recolhera no hospital a tratar da enfermidade que o acometera. Fora visita-lo Manuel Alvares a fim de obter noticias e informações acerca dum seu antigo e condiscípulo, e do trato que teve com o religioso nasceu o desejo de abraçar a ordem de Santo Inacio, que desde a sua fundação, em 1540, gozava de extraordinária fama e atraía muitas vocações eclesiásticas. Em breve deixou a casa paterna e entrou na congregação dos Jesuítas em 1546, como já fica referido.
Durante os seus trabalhos escolares, em que se revelou um estudante de extraordinário talento, mostrou uma especial predilecção pelo cultivo das línguas mortas latina, grega e hebraica, e em breve se tornou, na primeira delas, uma verdadeira autoridade, sendo tido como um dos mais notáveis latinistas do seu tempo. Tinha também grande conhecimento das línguas siro-caldaica e árabe e conhecia ainda outras línguas orientais.
Das obras que escreveu, foi a sua gramática da língua latina De Institutione Grammatica que lhe deu renome universal. Para bem se aquilatar do seu valor, bastará dizer que, além das inúmeras edições que dela se fizeram em língua latina, foi traduzida em francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, boémio, croata, flamengo, hungaro, polaco, chinês e japonês.
Depois dos Lusiadas, nenhuma obra de autor português logrou ser traduzida e reeditada tantas vezes. Edgard Prestage, no seu estudo sobre D. Francisco Manuel de Melo, publicado ha poucos anos, diz: "este trabalho... tem passado por mais de 400 edições, estando traduzido em todas as línguas, e uma versão chinesa foi publicada em Xangai em l869. Pouquíssimos livros scientificos têm tido assim três séculos de vida". José Silvestre Ribeiro, no seu Curso de Litteratura Portuguesa, afirma "que este ilustre madeirense é uma das glórias pedagógicas de Portugal e que o seu livro é a obra mais extensa e intensamente disseminada que tem tido a literatura portuguesa". Acrescenta ainda, para terminar as citações, o célebre e sábio bispo de Viseu, D. Francisco Alexandre Lobo: *ou no estado ecclesiastico ou na republica das letras não vejo outro portuguez que possa ser preferido a Jeronimo Osorio. Na união de uma e outra cousa não vejo portuguez que lhe possa ser igualado+.
Durante duzentos anos foram os livros de Manuel Alvares os tratados clássicos do ensino da língua latina em quasi toda a Europa. O aparecimento, porém, dos trabalhos de Antonio Pereira de Figueiredo e de Luiz Antonio Verney, por meados do século XVIII, deram lugar entre nós a muitas criticas e discussões acerca do valor da obra do célebre jesuíta, e os seus livros, com os progressos da ciência da linguagem no longo período de dois séculos, começaram a perder a autoridade de que gozavam, para o que também bastante concorreu a proibição feita pelo Marquês de Pombal de serem adoptados esses livros no ensino publico ou particular. No entretanto, ainda no segundo quartel do século XIX se fizeram cerca de vinte edições da sua gramática em diversos países da Europa.
Manuel Alvares, além do seu método de ensino da língua latina, escreveu outras obras, algumas das quais ficaram inéditas. A fama que aureolou o seu nome como escritor e erudito e ainda o grande prestigio de que gozava entre os seus confrades, tinham-no indicado para os cargos elevados da sua ordem, e assim foi reitor dos afamados colégios de Lisboa, Évora e Coimbra, revelando sempre a superioridade do seu talento e as eminentes qualidades do seu tacto governativo.
Terminaremos esta nota biográfica com as próprias palavras do autor da Bibliotheca Lusitana:- "De todas as virtudes religiosas era exemplar modelo, merecendo por ellas elogios do seu santo patriarca. Provada a sua tolerancia com uma larga enfermidade, faleceu com grande piedade no Colégio de Évora a 30 de Dezembro de 1583, com 57 anos de idade e 37 de religioso. Passados alguns anos, sendo aberta a sua sepultura em que jaz o seu cadáver se achou incorrupto".
Em Agosto de 1917, veio ao Funchal o Sr. Dr. Urbano Canuto Soares proceder, por ordem do Ministério da Instrução Publica, a alguns trabalhos acerca da vida e obras do padre Manuel Alvares.

Silva, Fernando Augusto da; Menezes, Carlos Azevedo de – ELUCIDÁRIO MADEIRENSE, Volume Primeiro, A-I, Funchal, Tipografia “Esperança”, 1921.
Volume Segundo, J-Z, Funchal, Tipografia “Esperança”, 1922.
Este Elucidário Madeirense já vai na sua quinta ou sexta edição, apesar de tudo continua a ser uma obra de referência. A partir da segunda edição, inclusive, a obra passou a ser publicada em três volumes.

quarta-feira, março 25, 2009

Cartas de Carlos Azevedo de Menezes

Na Universidade de Coimbra (Biblioteca Digital de Botânica) existem 12 registos de cartas enviadas pelo Carlos Alberto de Menezes para Júlio Augusto Henriques.

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1894 Out. 10.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA1/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1896 Out. 4.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA2/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1897 Out. 6.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA3/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1902 Dez. 5.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA4/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1905 Out. 25.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA5/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1907 Ago. 3.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA7/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1907 Ago. 24.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA8/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1911 Ago. 13.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA9/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1913 Ago. 17.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA10/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1913 Set. 7.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA11/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1914 Fev. 5.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA12/globalItems.html

MENEZES, Carlos Azevedo de - [Carta], 1914 Mar. 4.
http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-JH-MeN699-MEN-CA13/globalItems.html

«MENESES, Carlos Azevedo de (1863-1928)» - Roberto Faria (Nesos)


Nasceu no Funchal a 26 de Agosto de 1863 e faleceu nesta mesma cidade a 1 de Maio de 1928. Filho do Dr. Antero Drummond de Menezes e de D. Elisa de Azevedo de Menezes. Tirou o curso completo do antigo Liceu, frequentou durante alguns anos o Instituto Comercial de Lisboa, cujo curso não chegou a completar. Foi nomeado amanuense da secretaria da Câmara do Funchal e posteriormente nomeado director da Biblioteca Municipal, lugar que desempenhou até a sua morte. Carlos Azevedo de Menezes não limitou a sua actividade científica e literária apenas à Botânica, dedicou-se também as ciências naturais e ainda a assuntos de carácter histórico. Foi membro laureado da Academia Internacional de Geografia e Botânica de Man, sócio efectivo da Sociedade Portuguesa de Ciências Naturais de Lisboa, associado da Academia das Ciências da mesma cidade e membro da Sociedade Broteriana de Coimbra.Biografia
Para mais informações acerca de Carlos Azevedo de Menezes consulte na Base de Dados

- SILVA, Fernando Augusto, MENEZES, Carlos Azevedo de, Elucidário Madeirense, Vol. II, págs. 341-342

-CLODE, Luís Peter , Registo Bio-bibliográfico de Madeirenses. Sécs. XIX e XX, págs. 314-315;

- VIEIRA, Gilda França, FREITAS, António Aragão de, Madeira. Investigação Bibliográfica. Catálogo Onomástico, Vol. I, págs. 252-258.

Obras de Carlos Azevedo de Menezes disponíveis na Base de Dados NESOS

-Árvores e Arbustos Madeirenses, Funchal, Ty. «Camões», 1904;

-As Zonas Botanicas da Madeira e Porto Santo e Generalidades sobre a Estatística Vegetal e Relações da Flora do Archipelago da Madeira -com a de outros Paizes;

-Catálogo das Phanerogamicas da Madeira e do Porto Santo, Funchal, Ty. Do «Diário do Funchal», 1894;

-Catálogo das Phanerogamicas e Crytogamicas Vasculares do Archipelago da Madeira (Madeira, Porto Santo e Desertas);

-Contribuição para o Estudo das Algas da Madeira, [Lisboa], Caminha, 1926;

-A Diagnoses D`Algumas Plantas Novas ou Pouco Conhecidas da Ilha da Madeira, Funchal, [s.n.], 1903;

-Flora do Archipelago da Madeira (Phanerogamicas e Cryptogamicas Vasculares), Funchal, Typ. Bazar do Povo, 1914;

-Flora dos mais altos picos da Ilha da Madeira. Nota acerca duma composta da Flor Madeirense, [Lisboa], Caminha, 1926;

-Mais algumas notas sobre a flora madeirense. A Papaya e o Ananaz na Madeira, [Lisboa], Caminha, 1927;

-Nota Acerca de Algumas Plantas da Flora do Arquipélago da Madeira, Lisboa, Imprensa Nacional, 1926;

-Note sur deux Rosacées de L`Ile de Madère, Lisbonne, Imprimerie Typ. De la Librairie Ferin, 1910;

-Notice sur les Espèces Madériennes du Genre Scrophularia, Funchal, Typ. Do «Diário Popular», 1908;

-Notice sur Les Phanérogames de Madère et Porto Santo, Funchal, Imprimerie «Academica», 1899;

-Notice sur les plantes des genres Medicago et Smilax observées dans l`archipel de Madère, Lisbonne, Typ. De la Librairie Ferin, 1910;

-Novos subsidios para o estudo da flora do Archipelago da Madeira, [ s.l.], Caminha, 1926;

-Saxifragacées, Plombaginacées, Orobanchacées, Lauracées, Liliacées et Gymnospermes de l`Archipel de Madère, Lisbonne, Librairie Ferin, 1913;

-Subsídios para o Conhecimento da Flora das Ilhas Selvagens, Lisboa, Imprensa Nacional de Lisboa, 1923;

-Subsídios para o Estudo da Flora do Archipelago da Madeira, Braga, [s.n.], 1922;

-Uma antiga lista de plantas da Madeira, Braga, [s.n.], 1922;

-Madeira Ferns. Translated from the portuguese by Herbert Gilbert, Funchal, Typ. «Diário Popular», 1906;

-As Labiadas do Archipelago da Madeira, Funchal, Typ. Diário Popular, 1907;

-As Gramineas do Archipelago da Madeira, Funchal, Typ. Camões, 1906.

«Carlos Azevedo de Menezes» - Elucidário Madeirense

Meneses (Carlos Azevedo de). Nos gloriosos anais das ciências, não figuram muitos nomes de indivíduos que houvessem tido como berço a chamada «Pérola do Oceano». Contando as ilhas açorianas um número con-siderável de seus filhos, que notavelmente se distinguiram em todos os ramos do saber humano, não pôde a Madeira acompanhar sempre os seus irmãos insulares na cultura das mais transcendentes manifestações do espírito.
Estas palavras não querem exprimir a afirmação de que a nossa terra não haja sido pátria de alguns distintos cultores das ciências, das letras e das artes, que merecidamente devem ser rememorados e dos quais nos temos tantas vezes ocupado com a maior admiração e apreço.
É o que, neste momento, ainda novamente vimos fazer, como o mais justificado preito de justiça e como o mais sentido e penhorante reconhecimento, acerca do que foi o nosso distinto e dedicado companheiro na elaboração das mil e tantas paginas deste «Elucidário Madeirense». Pertencendo à pena de Carlos Azevedo de Meneses, na sua quase inteira totalidade, a colaboração da parte científica desta obra, cumpre-nos pôr em saliente relevo que é ele o autor dos artigos de maior valor e de mais alto mérito espalhados largamente em todas estas páginas.
Carlos de Meneses era oriundo de antigas e distintas famílias madeirenses e nasceu no Funchal a 26 de Agosto de 1863, sendo filho do abalizado médico dr. Antero Drumond de Meneses e de D. Elisa Azevedo de Meneses, neto paterno do ilustre madeirense Sérvulo Drumond de Meneses (1-365) e materno do general e engenheiro António Pedro de Azevedo (1-105) e sobrinho do distinto escritor e dramaturgo Maximiliano de Azevedo (1-108).
Carlos Azevedo de Meneses, nas relações de intimidade que manteve com o falecido botânico João Maria Moniz, e por uma natural propensão de seu espírito, criou pelo estudo da botânica e especialmente da flora madeirense uma paixão ardente, que somente a morte veio destruir, pois que não interrompera nunca os seus trabalhos científicos, tendo ainda em 1928 publicado um interessante estudo na acreditada revista Broteria, de que era um distinto e assíduo colaborador. Carlos de Meneses, pelos seus numerosos trabalhos e pelos seus aprofundados estudos, era considerado como um abalizado botânico e contado no número dos mais ilustres natu-ralistas portugueses. A sua obra, que é vasta, que é profunda e que é absolutamente conscienciosa, despida portanto de todo o charlatanismo
científico, foi sempre multe apreciada e elogiada pelas mais altas capa-cidades naquela especialidade das ciências naturais, tendo sido por isso recebido no selo de muitas sociedades científicas e convidado a colaborar nas mais acreditadas revistas nacionais e estrangeiras, em que era apenas permitida a colaboração de valiosos trabalhos botânicos.
Entre essas revistas, podemos fazer menção da Broteria, Anais das Ciências Naturais, Jornal das Ciências Matemáticas, Físicas e Naturais, Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa, Acadèmie de Géographie Botanique, Bulletin de Géographie Botanique, ete, etc. Foi membro laureado da Academia Internacional de Geografia Botânica de Man., sócio efectivo da Sociedade Portuguesa de Ciências Naturais de Lisboa, associado provincial da Academia das Ciências da mesma cidade, membro da Sociedade Broteriana, de Coimbra e ainda de outras, de que não pudemos colher informações mais seguras.
Dos trabalhos científicos de Carlos Azevedo de Meneses, mencionaremos a Flora do Arquipélago da Madeira, que constitui um trabalho de 282 páginas, Fanerogâmicas da Madeira e Porto Santo, Árvores e Arbustos Madeirenses, As Gramíneos do Arquipélago da Madeira, Madeira Ferens, traduzido para o inglês por Herbert Gilbert, Contribuição para o estudo da Flora do Arquipélago da Madeira, Contribuição para o estudo das Algas da Madeira, As Zonas botânicas da Madeira e Porto Santo, As Labiadas do Arquipélago da Madeira, A Flora dos mais altos picos da Madeira, e ainda outros muitos opúsculos escritos na língua francesa entre os quais se conta a Notice sur les Phanérogames de Madère et Porto Santo, inúmeros folhetos e separatas de estudos insertos em revistas da especialidade, não contando o abundante número de artigos disseminados por várias pu-blicações científicas.
Carlos de Meneses não limitou a sua actividade científica e literária apenas à elaboração dos seus escritos de acentuada feição botânica, mas ocupou-se com certa largueza de outros assuntos das ciências naturais e ainda particularmente de carácter histórico como o comprovam muitos artigos in-sertos no Elucidário Madeirense e em diversos jornais do Funchal. Completados os estudos secundários, frequentou durante alguns anos o Instituto Comercial de Lisboa, cujo curso não chegou a concluir. Serviu como amanuense da secretaria da Câmara do Funchal e foi posteriormente nomeado director da Biblioteca Municipal, lugar que desempenhou até à sua morte, ocorrida a 1 de Maio de 1928.
In , Elucidário Madeirense, Vol. II, págs 341-342.

Historie del S.D. Fernando Colombo - Fernando Colón

Colón , Fernando; Ulloa , Alfonso de; Pané , Ramón  - Historie del S.D. Fernando Colombo; : nelle quali s'ha particolare, & v...