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sexta-feira, março 18, 2011

Newsletter do CEHA, n.º 8, 2011

Sumário

• Em Jeito de Sumária Apresentação
• Centro de Estudos de História do Atlântico
• Arquivo Regional da Madeira (ARM)
• Biblioteca Pública Regional da Madeira
• Museu Etnográfico da Madeira
• Museu Militar da Madeira
• Núcleo Museológico Rota da Cal
• Divisão de Investigação e Documentação do Gabinete Coordenador de Educação Artística
• Centro Cultural John Dos Passos
• Ceam – Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea
• Archais – Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira
• In Memoriam José Pereira da Costa(1922-2010)
Newsletter do CEHA, n.º 8, 2011

terça-feira, outubro 27, 2009

Francisco Alcoforado - CEHA

FRANCISCO ALCOFORADO [séc. XV]
A Relação de Francisco Alcoforado, embora seja considerada por muitos apócrifa, é o mais antigo texto que relata a primeira intervenção dos povoadores europeus no arquipélago.
... ao outro dia pla menham mamdou o capitão hum batel de que deu o carreguo a Ruy paez que fosem a terra a vela e lhe trouxese loguo Recado do que vyem por não av[er] outro lluguar forão desembarcar na Rocha omde desembarcarão os jmgreses e forão entre o arvoredo e o mar acharão lenha cortada e outro Rasto de jete forão asy ter ao toco do paso gramde omde acharão a mesa e crusyfixo que os jmgreses deixarão e as sepulturas cõ as cruzes. ha cabeçeyra de que Ficarão espamtados aimda que tudo tinhão ouuydo hao pilloto tornarão se lloguo aos naujos com este Recado ao capitão Sabydo jsto detremynou sair é terra e levar com sygo dous padres que trazia. saimdo em terra deu graças a deos. mamdou bemzer aguoa e espargella pello ar. foi ao toco omde estavão as sepullturas mamdou dizer mysa na mesa com Respomso sobre suas sepullturas e esta Foy a prymeyra mysa que se dise que foy em dia da vysytação de samta Ysabel acabada a mysa mamdou v[er] amtre o mar e o arvoredo se paresyão allgums anymaes ou bichos e não vyrão cousa vyua senão muytas aves de muytas maneyras e tam mamsas por não terem vysto omes que as tomauão ha mão tomou lenha e aguoa e tornou se aos naujos no mesmo dia ouue cõselho p[er]a descobryr a terra p[er]a baixo se hyrya nos naujos se nos bateys dise lhe o pilloto que vya terra de muyta penedia que asy a poderya aver no maar e av[er] baixos e corremtes que lhe pareçya mylhor hirem v[er] a costa nos bateys e deixar os nauyos aly pareseo este cõselho bem ao capitão ao outro dia pla menham mamdou cõcertar os bateys de mamtymento e jete que lhe pareçeo ele meteo se no batel do naujo e do outro deu carreguo ha allvaro afomso/ e fomos corremdo pasada huma pomta p[er]a ha bamda do poente vymos que ao pe de huma Rocha se fazia huma pedra que emtra no maar e ao pe daquella Rocha sahiao della quoatro canos daguoa muyto fermosa ouue o capitão de seio de saber o tal hera aguoa tam fermosa mamdou por ella e vyo que hera estremada de boã Frya e leue Emcomemdou lhe ho jfamte que lhe leuase certas vasylhas daguoa tomou daquy huma p[er]a lhe leuar corremos maes abaixo sempre peguados com arvoredo achamos num vale hum Ribeyro que vem dar no mar aly mamdou sajr em terra os que la forão acharão outra fomte a par do mar estremada tomou aly outra vasylha p[er]a levar ao Jfamte e chamou a esta a fomte do seyxo fomos mais abaixo demos num vale de fermoso arvoredo achamos ally hums cedros velhos derrybados do tempo mamdou fazer deles huma cruz e chamou ally samta cruz pasamos mais abaixo a huma pomta grosa em que achamos tamtos guarajaaos que nos cobryão os bateys e punham se sobre nosas cabeças e nos Remos porque numca vyrão jemte ouuemos com jsto muyto prazer e chamamos aly a pomta dos guarajaaos dally descobrymos outra pomta abaixo que seryão dally duas leguoas . e faziase amtre estas pomtas . huma fermosa eseada de terra mais bramda e toda vynha beber na aguoa toda cuberta de muyto fermoso arvoredo e todo por cyma tam yguoall que parecya feyto a mão sem av[er] arvores mais alltas humas que as outras senão os cedros que ja tinhamos exprememtado que omde estão sempre são mais alltos que as outras arvores derredor fomos corremdo a costa p[er]a este vale demos é huam Rybeyra que botaua pedra ao mar é que podem desembarcar como é caez aly mamdou seu cryado g° ayres que sayse é terra e com çertos companheyros que emtrasem hum espaso pla terra a v[er] se auja allgumas alymaryas . ou bichos e não se afastasem na corremte da aguoa p[er]a sab[er] tornar ao mar e aos bateys forão e tardarão la tres oras . tornarão erramados folyamdo cõ muyto prazer que não acharão cousa vyua senão aves/ Fomos mais avamte achamos hum vale muyto fermoso todo de seyxos não avya nele arvoredo nenhum e hera todo cuberto de fumcho muyto fermoso a que chamamos o fumchal sahião deste vale ao mar tres Rybeyras muyto fermosas . no cabo deste vale estão dous jlheos fomo nos abryguar a eles por s[er] ja tarde tomamos em terra aguoa e lenha fizemos de cear em hum dos jlheos de muytas aves que tomamos e tornamos a dormyr aos bateys ao outro dia pasamos mais abaixo e cheguamdo ha pomta que vyramos o dia damtes pos nella huma cruz e chamou ally a pôta da cruz . dobramdo esta põta demos é huma praya a quoall chamou a praya fermosa pasamdo abaixo amtre duas pomtas vymos emtrar no mar huma Rybeyra muyto poderosa pedirão lhe allgums licemca p[er]a sajr em terra v[er] aquella Rybeyra e ele estaua no mar nos bateys forão hums dous mamçebos de llaguos p[er]a pasar a Rybeyra a vaao e a aguoa corrya tam poderosa que os leuou ambos . bradou o capytão do mar que acorresem aqueles moços que ele trazia nos olhos . acodirão lhe os de terra e tyrarão nos ambos vyuos . e chamou aquella Rybeyra dos acorridos pasamos maes abaixo demos e huma Rocha dellguada que emtra muyto no maar e emtre aquella Rocha e outra fica hum braço de mar é Remamço metemonos aly cos bateys achamos tamtos lobos marynhos que hera espamto com que tyuemos muyto prazer chamou haquele Remamço camara de lobos da terra não podemos v[er] pera baixo bem a costa cõ o muyto arvoredo da pomta do mar vymos humas Rochas muyto alltas e arrebemtar o mar em huma pomta abayxo dally nos tornamos aquele dia dormir aos Jlheos da noyte damtes e aos outro dia fomos dormir aos naujos com detremynacão e nos tornar p[er]a o Reyno e o capitão tomou çertas vazilhas de terra e aguoa a paaos nao conhecydos no Reyno p[er]a levar ao Ifamte que lhe mamdou que leuase partymos p[er]a o Reyno cheguamos a lixboa no fim dagosto leuou ellRey muyto præer do que tynha joão gllz feyto Recebeo com muyto prazer e fez procysões em lixboa e muytas festas e damças com detremynação de no v[er]ão syguymte mamdar joão gllz pouoar aquella jlha a que joão gllz chamou da madeyra por o fermoso arvoredo que tem.- no verão syguimte na emtrada de mayo mamdou elRey fazer prestes tres naujos e joão gllz que com sua molher costamça Rojz dallmeyda molher samta e cõ seus fylhos q herão joão gllz e jlena e bryatriz mynynas e com a gemte [que] quysesem fosem pouar a jlha da madeyra e as que ouuese derredor mamdou lhe ellRey dar os omeziados e comdenados que ouuese polas cadeas e Reyno João gllz não quis levar nenhuns dos omyziados por cullpas de fee ou de treyçao ou ladrão dos outros cullpados leuou todos os que ouue e forão dele bem tratados da outra jete forão muytos e os mais do allguarve cheguamos a jlha da madeyra ao porto dos jmgreses a que ele pos nome machim por amor do jmgres que aly estaua Emterrado Saymos em terra a prymeyra cousa que fez foy traçar huma jgreja de Emvocação de xpo como o jmgres pedia e mamdou cortar ha aruore que estaua sobre a sepulltura e traçou a igreyja de manta que ficou a capella sobre a sepulltura dahi fomos ao fumchal abryguamos os naujos aos jlheos determynou de fazer morada em terra de madeyra e fella omde despois a capitoa costamça Rojz fez a jgreyja de samta cateryna e dally fumdou a igreyja de nosa sõra do calhaao que foi a prymeyra casa de jgreyja que se fez na jlha daquy acordou o capitão que não se podia cõ trabalho domems desfazer tamto arvoredo que estaua desde começo do mundo e pera a comsumjr que hera forçado por lhe o foguo e pollo e cõo muyto arvoredo cõ a muyta amtyguidade estaua dela derrubado pollo chão e outro seco em pee apeguou o foguo de maneira por todo e hera tam brauo que quoamdo vemtaua de sobre terra não se podia sofrer a chama e quetura e muytas vezes nos acolhiamos aos jlheos e aos naujos ate o tempo mudar durou o foguo por a terra sete anos em que destrohio muyta madeyra./ EllRey cada verão mamdaua naujos e ferro e aço e se memtes e guados que tudo forteficaua muito de cada allqueyre que semeauão pello menos colhião seseta e as Reses ajmda mamavão e ja paryão e tudo se daua asy avya gramde camtydade de madeyra e fermosa e a levauão p[er]a muytas partes. e começauão co ela a fazer naujos de guaves e castello davamte por que damtes não nos avya no Reyno nem tynhão pera omde naueguar não avya mais que caravellas no alguarue e baryneis é lixboa e no porto/ despois que o foguo despejou de arvoredo costa do maar determynou o capitão mudar sua morada em hum allto que esta sobre o fumchal e loguo defromte fez huma jgreyja da comçeyção p[er]a seu jaziguo e a capitoa fez a casa de samta cateryna e a par della fez muytas casas. p[er]a guasalhado de molheres de boa vyda e pobres a que deixou esmollas p[er]a sempre terem cuydado de alimparem e s[er]vyrem aquella casa determynou o capitão correr toda a costa da jlha por que o foguo tynha ja despejado luguar pera jso e a Repartyr a terra com quem ha aproveytase mamdou fazer prestes certos bateys. que avyão de jr por maar e ele com allgums de cauallo e gemte de pe por terra hirem sempre ha vysta hums dos outros e por nao av[er] caminhos e fazer detemça em partyr as terras amdavão pouco cada dia e cada dia hiamos dormir a cabo do mar e dos bateys. cheguamdo em hum allto sobre camara de llobos traçou ally omde se fizese huma jgreja do espryto samto pasamos abaixo a humas serras muyto alltas. ally traçou outra jgreyja da vera cruz e estes alltos tomou pera seus Erdeyros. pasou abaixo ate cheguar a huma Rybeira muyto furiosa a que chamou a Rybeira brauua aquy se meteo nos bateys p[er]a v[er] ha terra do maar e cheguou ate huma pomta que se faaz abaixo que emtra no maar e na Rocha que esta sobre a pomta esta huma vea Redomda na Rocha com huns Rayos. poslhe nome pomta do sol. dahi tornou a desebarcar omde attas deixara os bateys./ pasamdo huma Rybeyra que esta alem desta pomta traçou huma Jgreyja em huma ladram/ do apostollo samtyaguo e alem achamos ho aruoredo ajmda muyto cerrado porque o Foguo amdaua aimda em parte dele decemos a huma Rybeira sempre ao som daguoa viemos dar no mar omde achamos os bateys deyxamos ally as bestas. e quem as leuase como pudese. e metemonos nos bateys e fomos desembarcar a hum bom desembarcadouro amtre huns penedos a que ele chamou a calheta . sobre esta calheta tomou huma lomba da gramde que lloguo nomeou pera seu filho joão gllz e ao llomguo da Rybeira p[er]a o poemte. tomou outra p[er]a sua filha bryatiz glls E nesta outra llombada da mesma filha é hum luguar allto de boã vysta do mar e da terra traçou por sua mão huma Jgreyja de nosa senhora da estrella e dise que esta jgreyja avya de deyxar muyto emcomemdada a todos seus fylhos porque avya muyto tempo que desejava fumdar huma jgreyja desta auocação dahi pasamos abaixo ate a derradeira pomta sobre o mar de onde pareçe que não ha mais terrra estamdo aquy lhe trouxerão os dous bateys hum peyxe que pareçya parguo de maravylhosa gramdeza e por amor deste peyxe ficou nome aquella pomta do parguo desta pomta vyra a terra p[er]a o norte ate outra pomta que ele dally pera tras traçou ha capitanya de machico e pos nome a esta pomta de trystão asi chamaua ele sempre trystão e hera lhe muyto afeyçoado daquy nos tornamos p[er]a o fumchal o mais do caminho por maar por a terra ajmda s[er] muyto trabalhosa e começou a por e obra a Edeficação das jgreyjas e llavramça da terra/
[Jean Fontvieille, "A lenda de Machim- une découverte bibliographique à la Bibliothèque-Musée du Palais de Bragance à Vila Viçosa(Portugal)...", in Actas do Congresso Internacional de História dos Descobrimentos, III, Lisboa, 1961, pp.197-238]

segunda-feira, setembro 28, 2009

Textos literários sobre a Madeira - CEHA


 
TEXTOS LITERÁRIOS SOBRE A MADEIRA

 
BIBLIOGRAFIAS
  • ARAGÂO, António, A Madeira Vista por Estrangeiros, Funchal, 1981.
  • GOMES, Alberto F.,
"Autores Estrangeiros que Escreveram sobre a Madeira", in Ocidente, nº356, vol. LXXIII, 1967, 252-258.
"Ferreira de Castro e a Madeira", in DAHM, vol. VII, nº.39, 37-41.
  • GOMES, Álvaro Reis, "A ilha da Madeira Vista por Grandes Nomes das Letras Nacionais e Estrangeiros", in DAHM, vol. VII, nº.38, 1968, 27-29.
  • MARINO, Luís, Musa Insular (Poetas da Madeira), Funchal, 1960.
  • MENDONÇA, Maria, A Ilha da Madeira Vista por Intelectuais e Artistas Portugueses, Funchal, 1969, 1985.
  • PORTO DA CRUZ, Visconde (Alfredo António de Castro Teles de Menezes de Vasconcelos de Bettencourt de Freitas Branco), Notas & Comentários para a História Literária da Madeira, 3 vols, Funchal, 1949-1953.
  • SUMARES. Jorge, "Breve Digressão pelo Tempo e pelos Textos", in Transportes na Madeira, Funchal, 1983.
  • VIEIRA, Gilda França, e FREITAS, António Aragão de, Madeira - Investigação Bibliográfica, 3 vols, Funchal, 1981-1984. 
2. MADEIRA
  • ACKERMANN, Eugène. L'ile de Madère. Considéree au Point de Vue Scientifique et Economique. Rixheim, 1910.
  • ALEXANDER, James Edward. Narrative of a Voyage of Observation Among the Colonies of Western Africa. In the Flag-ship Thalia: and of a Campaign in Kaffir Land, on the Staff of the Commander-in-chief, London, 1837.
  • ANSON, George. A Voyage Round the World in the Years MDCCXL, London, 1748.
  • ATKINS, John.
A Voyage to Guinea, Brazil and the West Indias, Madeira, Cap Verde, Londres,1735.
A Voyage do Guinea, Brasil and the West-Indies, London, 1737.
  • AVEZAC MACAYA, Mário Armando Pascal. Iles de l'Afrique, Paris, 1848.
  • BARROW, John.
A Voyage to Conchinchina in the years 1792 and 1793, London, 1806.
Voyage à la Conchinchina par les Iles de Madère, de Téneriffe et du Cap Verde, le Brésilet l'ile de Java, Paris, 1807.
  • BARROS DE SOUSA, Abílio de. Plano de Arborização do Montado dos Barreiros, Funchal, 1946.
  • BENJAMIN, S. W. G. The Atlantic Islands as Resorts of Health and Pleasure, London, 187
  • BENSON, W. J. P. Marocco Canary Islands and Madeira, 1910.
  • BERKELEY-COTTER, Jorge Cândido, Alberto A. Girard. Notícia de Alguns Fosseis Terciários do Archipelago da Madeira, 1892.
  • BERTRAND, Arthur. Lettres sur l'Expédition de Sainte-Hélène en 1840, Paris, 1841. 
  • BETTENCOURT PITA, Nicolau Caetano. Account of the Island of Madeira, London, 1812.
  • BIDDLE, Anthony J. Drexel.
The Land of the Wine Being an Account of the Madeira Island at the Beginning of the Twentieth Century, Philadelphia and San Francisco, 1901.
The Madeira Islands, London, 1900.
  • BOWDICH, Thomas Edward, Excursions in Madeira and Porto Santo, During the Auton of 1823, London, 1825.
  • BRASSEY, Lady Annie,
A Voyage in the "Sunbeam" our Home on the Ocean for Eleven Months, London 1896.
In the Trades, the Tropics, & the Roaring Forties, London, 1885.
  • A Voyage in the Sunbeam our Home on the Ocean for Eleven Months, London 1881.
  • BRIDGE, Ann, Susan Lowndes, The Selective Traveller in Portugal, London, 1949.
  • CAMACHO, João Henriques, Notas para o Estudo da Rearborização da Ilha da Madeira, Lisboa, 1920.
  • CASTELLO DE PAIVA, Barão de (António da Costa Paiva), Relatório do Barão de Catello de Paiva Encarregado pelo Governo de Estudar o Estado da Ilha da Madeira.
  • CASTILHO, Alexandre Magno, Descrição e Roteiro da Costa Ocidental de Africa desde o Cabo de Espartel até o das Agulhas, Lisboa, 1866.
  • CÉSAR, Oldemiro, Terras de Maravilha. Os Açores e a Madeira, Lisboa, 1924.
  • CHURCHILL, Randolph S., Men, Mines and Animals in South Africa, London, 1892.
  • CLAUSS, Max Walter, Voyage en Atlantide, Lisbonne, 1949.
  • COLERIGE, Henry Nelson, Six Mounths in the West Indies in 1825, London, 1826.
  • COMBE, William, A History of Madeira, London, 1821.
  • COOPER, William White, The Iinvalid's Guide to Madeira, with a Description of Tenerife, Lisbon, Cintra, Mafra, etc., London 1840.
  • DEGLI ALBIZZI, Marquis, Six Mois a Madère, 1888.
  • DEWAR, Alfred. The Voyages and Travels of Captain Nathaniel Uring, London 1928.
  • DILLON, Frank, Sketches in the Island of Madeira, London, 1850.
  • DIONISIO, Rodrigues, Riqueza Insular. Fragmentos Valiosos das Primitivas Matas da Ilha da Madeira, Funchal, 1950.
  • DIX, John Adams, J. de Menezes, Trad. Um Inverno na Madeira, California, 1896.
  • DIXON, George, A Voyage Round the World Performed in 1785, 1786, 1787 and 1788, London, 1789.
  • DRIVER, John, Letters from Madeira in 1834, London, 1838.
  • DU CANE, Florence, Ella du Cane. The Flowers and Gardens of Madeira, London, 1909.
  • EMBLETON, Dennis. A Visit to Madeira in the Winter 1880-81, London, 1882.
  • ERVEDAL DA BEIRA, Visconde. Narrativas Insulares, Lisboa, 1894.
  • ESCULÁPIO. A Plantação de Amoreiras e a Criação do Bicho da Seda na Madeira, Funchal, 1950.
  • EXCURSÕES na Madeira, Funchal, 1891.
  • FARIA, Carlos de. Recordações da Ilha da Madeira no Tempo da Minha Mocidade, Coimbra,1945.
  • FARIA, José Cupertino de. O Archipelago da Madeira. Guia Descritivo Illustrado com Photogravuras, Setúbal, 1901.
  • FORSTER, George. A Voyage Round the World in his Britannic Majesty's Sloop, London, 1777.
  • FRANÇA, Isabella de, João Cabral do Nascimento.
Journal of a visit to Madeira and Portugal (1853-1954), Funchal, 1970.
Jornal de uma Visita à Madeira e a Portugal (1853-1854), Funchal, 1969.
  • GARNIER, P. Itinéraire de Paris à Madère, Paris, 1859.
  • GALLAGHER, Robert E. Byron's Journal of his Circumnavigation, 1764-1766, Cambridge, 1964.
  • GALVÃO, Henrique Carlos da Mota. Outras gentes, Porto, 1941.
  • GIRALDES, Joaquim Pedro Cardoso Casado. Tratado Completo de Cosmographia e Geographia Historica, Physica e Commercial Antiga e Moderna, Paris, 1825.
  • GODMAN, Frederick du Cane. Natural History of the Azores or Western Islands, London 1870.
  • GOMES, Bernardino António. Relatório sobre o Herbario da Madeira e das lhas Canárias, Lisboa, 1863.
  • GORDON-BROWN, A., A Madeira. A Concise Guide for the Visitor, 1951.
  • GRABHAM, Michael Comport.
Matéria Atlantica. Fragmentada e Disseminada, London, 1901.
Plants Seen in Madeira, London, 1934.
Madeira its Flowering Plants and Ferns, London, 1942.
The Garden Interests of Madeira, London, 1926.
The Climate and Resources of Madeira, London 1870.
  • HADFIELD, William. Brazil the River Plate and the Falkland Island, London, 1854.
  • HARCOURT, Edward Vernon. A Sketch of Madeira, London 1851.
  • HOPKINS, F. S. An Historical Sketch of the Island of Madeira, London, 1819.
  • HOLIDAY, Tours in Portugal and Madeira, Liverpool, 1905.
  • HOLMAN, James, Travels in Madeira, Sierra Leone, Teneriffe, St. Iago, Cape Coast, Fernando Pó, Princes Island, etc., London, 1840.
  • HUDGSON, Studholme. Truths the West Indies, London, 1838.
  • HUTCHEON, J. Edith. Things Seen in Madeira, London, 1928.
  • JARDIM, Alberto Figeura, Jacinto Inácio de Brito Rebelo. Madeira the Pearl of the Atlantic, Lisbon, 1914.
  • JOHSON, James Yate. Madeira its Climate and Scenery, London, 1885.
  • JONES, Eugene E. G. A Handy Guide to Madeira, London, 1909.
  • KERHALLET, M. C. Philippe de. Madère les iles Salvages et les l'Iles Canaries, França, 1880.
  • KOEBEL, W. H. Madeira: Old and New, London 1909.
  • LEAL, Oscar. Atravez da Europa e da Africa. Viagens, Lisboa, 1901.
  • LEMAY, Gaston. A Bord de la Junon, Paris, 1881.
  • LETHBRIDGE, Alan. Madeira. Impressions and Associations, London, 1924.
  • LONDONDERRY, Marchidness of. A Journal of a Three Months' Tour in Portugal, Spain, Africa, London, 1843.
  • LOWE, Richard Thomas.
A Manual Flora of Madeira and the Adjacent Islands of Porto Santo and the Desertas, London, 1868.
Florulae Salvagicae Tentamen: or a List of Plants, London, 1869.
  • LYALL. Rambles in Madeira and in Portugal in the Early part of 1826, London, 1827.
  • MAIS, S. P. B., Gilliam Mais. Madeira Holiday, London, 1951.
  • MANTEGAZZA, Paulo, G . Thiry, Trad. Une Journée a Madère, Paris, 1882.
  • MARINE, Ultra. The Contents of a Madeira Mail-baig, os Island Etchings, London.
  • MARSH, A. E. W. Holiday Wanderings in Madeira, London, 1892.
  • MASON, J. A. A Treatise on the Climate and Meteorology of Madeira, London, 1850.
  • MENEZES, Carlos Azevedo de.
As Zonas Botanicas da Madeira e Porto Santo, 1901.
Notas Acerca de Algumas Plantas daFlora do Archipelago da Madeira, Lisboa, 1926.
Subsídios para o Estudo da Flora do Archipelago da Madeira, Braga, 1922.
Novos Subsídios para o Estudo da Flora do Archipelago da Madeira, Caminha, 1926.
A Flora dos mais Altos Picos da Ilha da Madeira, Caminha, 1926.
Subsídios para o Conhecimento da Flora das Ilhas Selvagens, Lisboa, 1923.
Arvores e Arbustos Madeirenses, Funchal, 1904.
Uma Antiga Lista de Plantas da Madeira, Braga, 1922.
Flora do Archipelago da Madeira, Funchal, 1914.
Contribution à l'Étude de la Flore de la Grande Déserte, Lisbonne, 1911.
  • METCALF, Jess, Robert Cushman Murphy. Wandering Among Forgotten Isles, New York, 1926.
  • MÓNACO, Albert 1.er Principe de, Louis Tinayre. La Carrière d'un Navigateur, Paris, 1913.
  • MOSELEY, H. N., Notes by a Naturalist an Account of Observations Made During the Voyage of H. M. S. "Challenger" Round the World in the Yyears 1872-1876, London, 1944.
  • NASCIMENTO, João Cabral do.
A Arquiduquesa Carlota e as suas Impressões de Viagem, Funchal, 1951.
Compil.. Autores que Escreveram sobre a Madeira, Funchal, 1951.
  • NATIVIDADE, J. Vieira. Fomento da Fruticultura na Madeira, 1947.
  • NEUVILLE, Josephine. Memorias da Minha Vida. Recordações de Minhas Viagens, Lisboa, 1864.
  • NICHOLAS, Elizabeth. Madeira and the Canaries, London, 1953.
  • NORONHA, Eduardo de.
O Passado... Reminiscencias Anedoticas dos Tempos Idos, Porto, 1912.
Da Madeira ao Alto Zambeze. Viagem Dramatica Através de Angola e Moçambique, Porto, 1907.
  • ORSEY, Alexander J. D., Colloquial Portuguese or the Words and Phrases of Every-day Life,  London, 1868.
  • OSBORNE, John. Guide to the West Indies, Madeira, México, Northern South-America, etc., London, 1845.
  • OVINGTON, J., A Voyage to Suratt in the Year 1689, London, 1696.
  • PASSOS FREITAS, Humberto dos. Vinte e um Dias num Bote, Funchal, 1924.
  • PENFOLD, Jane Wallas. Madeira Flowers, Fruits, and Ferns, London, 1845.
  • PEREIRA, Jaime A. Azevedo. Um Jardim Botanico na Madeira, Funchal, 1950.
  • PERRY, M. C., Francis L. Hawks. Narrative of the Expedition of an American Squadron to the China Seas and Japan, New York, 1856.
  • PICKEN, Andrew. Madeira Illustrated with a Description of the Island, London, 1840.
  • PINHEIRO, Francisco Alves, Madeira e Açores. Excursão às Ilhas Adjacentes em 23.7.1938, Braga, 1950.
  • PORTO DA CRUZ, Visconde do. O Problema Florestal no Arquipélago da Madeira, Lisboa, 1950.
  • POWER, Charles Alexandre Le Poer, Compil. Power's Guide to the Island of Madeira, London, 1927.
  • PROENÇA, Raul, Portugal, Madère: Iles Açores, Paris, 1935.
  • QUINTINHA, Julião, Vizinhos do Mar, Lisboa, 1923.
  • RAMBLES, in Madeira, and in Portugal in the Eearly Part of MDCCCXXVI, London 1827.
  • RAMOS, Acúrcio Garcia. Ilha da Madeira, Lisboa, 1879.
  • REID, William, Alfred Reid. Madeira. A Guide Book of Useful Information, London.
  • REI, Manuel Alberto, Como eu vi a Madeira sob o Aspecto Florestal, Figueira da Foz, 1939.
  • RENDELL, J. M., Concise Handbook of the Island of Madeira with Plan of Funchal and Map of the Island, London, 1881.
  • RIBEIRO PEREIRA, João Óscar. Recordando uma Viagem, Funchal, 1952.
  • RIBEIRO, Emanuel Paulo Vitorino. Terra Nossa, Porto, 1936.
  • RIDDELL, Maria. Voyages to the Madeira and Leeward Caribbean Isles, Edimburgo, 1792.
  • ROCHA, Hugo. Primavera nas Ilhas. Crónicas dos Açores e da Madeira, Angra do Heroísmo, 1936.
  • ROUNDELL, Charles. A Visit to the Azores with a Chapter on Madeira, London, 1889.
  • S., F. R. G. Wanderings in West Africa, Londres, 1863.
  • SARMENTO, Alberto Artur. A Proposito do Grande Brotero, 194?
  • SCHODDUYN, René. Contribution pour l'Hydrobiologie des Iles de Funchal et Porto Santo, Caminha, 1927.
  • SEQUEIRA, Manuel Braz. Argumento a Favor da Arborização Obrigatoria das Serras da Ilha da Madeira, Funchal, 1913.
  • SERPA, António Ferreira de. Mónaco e Portugal, Porto, 1925.
  • SILVA, Fernando Augusto da. O Revestimento Florestal do Arquipélago da Madeira, Funchal, 1946.
  • SILVA, Mariana Xavier da. Na Madeira. Offerendas, Lisboa, 1884.
  • SMITH, Emily Geneviève. A Panoramic View of the City of Funchal, in the Island of Madeira, Weymouth, 1844.
  • SMYTH, Piazzi. Madeira Meteorologic, Edinburgh, 1882.
  • SPILSBURY, F. B. Accont of a Voyage to the Western Coast of Africa, London, 1807.
  • SPRINGETT, W. S. Pitt. Recollections of Madeira, London 1843.
  • STANFORD, Charles Thomas. Leaves from a Madeira Garden, London 1909.
  • STAUNTON, George-Thomas. An Authhentic Account of an Eembassy from the King of Great Britain to the Emperor of China, London, 1797.
  • STEELE, Robert. A tour Through Part of the Atlantic, London, 1810.
  • TAYLOR, Ellen M. Madeira, its Scenery, and how to See it, London 1882.
  • TAYLOR, Fitch W. The Flag Ship or a Voyage Around the World in the United States Frigate Columbia, New-York, 1840.
  • TEIXEIRA, Luiz. Reportagem, 1932.
  • THOMAS-STANFORD, Charles. Leaves from a Madeira Garden, London, 1910.
  • TRIGO, Adriano A., Annibal A. Trigo. Roteiro e Guia do Funchal, Funchal, 1910.
  • VALDEZ, Francisco Travaços.
Africa Occidental. Noticias e Considerações, Lisboa, 1864.
Six Years of a Traveller's Life in Western Africa, Londres, 1861.
  • VELOZA, José Ezequiel. "O Fogo nas Serras foi de todos os Tempos", in Das Artes e da História da Madeira, Funchal, 1948-1949.
  • WHITE, Robert, James Yate Johnson. Madeira. Its Climate and Scenery, Edimburgh, 1857.
  • WHITE, Robert. Madeira. Its Climate and Scenery, London, 1851.
  • WILDE, W. R.
Narrative of a Voyage to Madeira, Dublin, 1840.
Narrative of a Voyage to Madeira, Teneriffe and Along the Shores of the Mediterranean, Including a Visit to Algiers, Egypt, Palestine, Tyre, Rhodes, Telmessus, Cyprus and Greece,Dublin, 1840.
  • WINTER, A Winter in Madeira and a Summer in Spain and Florence, New York, 1850.
  • WORTLEY, Lady Emmeline Stuart. A Visit to Portugal and Madeira, London, 1854.
http://www.madeira-edu.pt/Portals/31/CEHA/bdigital/ha-bib-madtextos.pdf

sexta-feira, maio 29, 2009

Novo Plano Editorial do CEHA

«A importância que assumiu o suporte digital no apoio à investigação e divulgação do conhecimento científico levou o CEHA a apostar neste mesmo suporte para o seu plano editorial, a partir da presente data.
Durante quase 25 anos o CEHA manteve uma actividade editorial apostada no suporte papel, não obstante algumas iniciativas isoladas em CDRom e DVD, ou mesmo de uso da Internet. Em 1994 avançámos com uma edição simultânea de um livro em papel e na Internet e agora queremos dar o salto qualitativo que faltava apostando apenas no suporte digital para as nossas edições.
Para os livros electrónicos publicados pelo CEHA o leitor contará com algumas possibilidades de leitura que facilitam o seu acesso, quer na leitura, quer nas pesquisas. Assim serão disponibilizados em DVD os vários formatos de leitura dos livros que irão permitir ler directamente num ecrã de computador ou apenas num e-book reader. A nossa principal aposta será no formato em PDF, nas dimensões de uma página A4, que permitirá uma fácil impressão com qualidade e uma busca integral no texto.
Para além desta aposta no suporte digital temos ainda de referir a novidade da publicação de um Anuário que surgirá no primeiro semestre de cada ano. Pretende-se que o mesmo seja o porta-voz das actividades científicas do CEHA. Assim, teremos um apartado dedicado ao relatório de actividades e divulgação preliminar sobre os estudos dos temas em investigação. Cada volume terá um tema principal, coordenado por um especialista na matéria.
A partir de agora o plano editorial do CEHA será definido pelas seguintes colecções:
1 – TESES. Para publicação de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento.
2 – DEBATES. Para a divulgação dos debates e comunicações acontecidos em conferências, seminários e congressos
3 – ESTUDOS. Para estudos especializados desenvolvidos de forma isolada ou no âmbito de Linhas e Projectos de Investigação
4 – DOCUMENTOS. Divulgação de documentos e textos de autores clássicos
5 – Anuário do CEHA»
in Newsletter 1 - Abril de 2009
Triste notícia para aqueles que como eu gostam dos livros e não muito dos ebooks .
Será nos retirado o prazer de manusear e folhear um livro. Claro que alguns dirão que é grátis e acessível, mas esta decisão é apenas economicista pois a publicação de uma obra implica elevados custos. Poderemos imprimi~los se assim o desejarmos, se tivermos disponível essa opção, mas não é o mesmo que um livro.
Por vezes perguntam-me se já li todos os livros da minha biblioteca, mentiria se dissesse que sim. Muitos já os li na íntegra, de alguns apenas alguns capítulos, de outros apenas algumas páginas, alguns são apenas para consulta, outros são mesmo de colecção e os restantes serão lidos no futuro ou não.
Quantos como eu gostam de ir à sua biblioteca e escolher um livro para lêr nos momentos livres. Um que ainda não tenha sido lido ou mesmo reler algum.

Centro de Estudos de História do Atlântico

A página do Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA) encontra-se disponível em:
http://www.madeira-edu.pt/Default.aspx?alias=www.madeira-edu.pt/ceha

Apresenta uma nova imagem e acima de tudo os links estão activos (nem todos).
Convido todos aqueles que se interessam pela história local a visitar esta nova página.
Faço público os meus agradecimentos ao Dr. Alberto Vieira, ilustre historiador madeirense, pelo seu empenho e dedicação em prol da divulgação da história da Madeira e grande impulsionador do CEHA.

«Para este primeiro número destacamos a nova página da Internet do CEHA, disponível desde Janeiro do presente ano, que apresenta novas funcionalidades e nova informação, e ainda uma reformulação dos conteúdos antigos. Durante o primeiro semestre do presente ano a página estará em actualização pelo que alguns conteúdos poderão ainda não estar totalmente disponíveis.
Recorde-se que o CEHA mantém desde 1994 uma pagina na Internet que tem sido um ponto de referência para os estudos insulares no espaço atlântico. A nossa ambição é de que a mesma se transforme a partir de agora como uma referência para os estudos insulares em todo o mundo.
A nova página apresenta uma opção distinta das anteriores dando enfoque primordial às áreas de investigação e ensino. Enquanto na primeira estão disponíveis recursos (inventários e catálogos, documentos, textos e livros, mapas, imagens) de apoio à investigação no domínio das ilhas, com especial atenção para o espaço atlântico, já no segundo estarão disponíveis recursos para apoio ao ensino da História, de forma especial a temática madeirense, para uso dos professores e alunos. Alguns dos espaços agora disponibilizados terão o acesso condicionado, quer a funcionários, investigadores, membros dos Conselhos Científico e Consultivo, quer aos professores.
As outras páginas do CEHA (http://www.ceha-madeira.net ou http://ceha.ilhas.googlepages.com/) serão progressivamente desactivadas em favor desta, que oferecerá maiores funcionalidades e conteúdos.»
Nota: Notícia retirada da Newsletter 1 - Abril de 2009

Historie del S.D. Fernando Colombo - Fernando Colón

Colón , Fernando; Ulloa , Alfonso de; Pané , Ramón  - Historie del S.D. Fernando Colombo; : nelle quali s'ha particolare, & v...