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terça-feira, março 29, 2011

O Livro Marco Paulo impresso por Valentim Fernandes (...) - Maria Helena Martins Inês Garvão (2009)

UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE LETRAS
DEPARTAMENTO DE LITERATURAS ROMÂNICAS
 
O Livro Marco Paulo impresso por Valentim Fernandes.
Genealogia textual, leitura tipográfica e aspectos discursivos.

 
Maria Helena Martins Inês Garvão

 
DOUTORAMENTO EM ESTUDOS LITERÁRIOS
Especialização em Literatura Portuguesa

 
2009

ÍNDICE:
  • INTRODUÇÃO
  • I - ASCENDENTES TEXTUAIS DO LIVRO DE MARCO POLO
  • 1. Uma versão obtida em Veneza?
  • 2. Uma hipótese sobre os ascendentes textuais da versão portuguesa
  • 3. Cotejo intertextual
  • a) A versão portuguesa e a versão latina
  • b) A versão portuguesa e a versão veneziana
  • 4. Análise linguística dos textos da compilação de Valentim Fernandes
  • 5. Outros aspectos linguísticos dos textos da compilação
  •  I I – LEITURA TIPOGRÁFICA DE MARCO PAULO
  • Introdução
  • Siglas das obras editadas por Valentim Fernandes
  • 1. Encabeçamento
  • 2. Pé de Imprensa
  • 3. Anotações Técnicas
  • 4. Colação
  • 5. Impressão
  • 6. Composição da Folha
  • 7. Cabeçalhos
  • 8. Iniciais
  • 9. Ilustrações
  • 10. Marcas Tipográficas
  • 11. Marca de Água
  • 12. Cor da Tinta, Suporte e Marginalia
  • III – ASPECTOS DISCURSIVOS
  • 1. Os textos introdutórios à obra poliana
  • a) A epístola de Valentim Fernandes a D. Manuel
  • b) A introdução do editor ao livro de Marco Polo
  • c) Os capítulos das províncias de título real
  • d) O proémio do livro de Nicolau Veneto
  • 2. Os outros textos da compilação
  • a) O livro de Marco Polo e o livro de Nicolau Veneto
  • b) O livro de Marco Polo e a carta de Jerónimo de Santo Estevão
  • CONCLUSÃO
  • BIBLIOGRAFIA
Adaptado do Índice.

sexta-feira, novembro 12, 2010

Incunábulos e Post-Incunábulos Portugueses (ca. 1488 - 1518) (...) - Helga Maria Jüsten

Jüsten, Helga Maria - Incunábulos e Post-Incunábulos Portugueses (ca. 1488 - 1518) (Em Redor do Material Tipográfico dos Impressos Portugueses), Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, 2009.

quarta-feira, outubro 20, 2010

Tesouros da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra - A. E. Maia do Amaral (2009)


Amaral, A. E. Maia do (coordenação) - Tesouros da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2009.

(...)
Este livro destina-se a dar a conhecer os mais importantes livros e fundos da Biblioteca Geral. O conceito de “tesouro” não se restringe ao conceito corrente. O livro não se fixa apenas nos livros em si mesmos mais raros ou preciosos. Procura também apresentar documentos que, sendo ou não preciosos, tenham uma história interessante, tenham algo a dizer a um leitor dos nossos dias, mesmo aquele que não seja particularmente amante de livros e que talvez já esteja enfastiado de imagens e de eruditas prelecções.
 
Na história de uma biblioteca que está a completar 500 anos de bons serviços à Universidade e à comunidade, acumularam-se muitos “tesouros”, muitos livros por exemplo que são únicos e, por isso, preciosos (cerca de cinco mil documentos caberão nessa definição). Mas preciosos não serão também aqueles modestos livros de criança de posse da Biblioteca Geral que foram os primeiros do poeta Mário de Sá-Carneiro? E preciosos não serão também os originais dos desenhos de arquitectura da Reforma pombalina?
 
Se o leitor quiser aceitar a proposta do roteiro, em vez dos “tesouros” esperados, talvez encontre tesouros inesperados na Biblioteca Geral, que não é só mais uma antiga biblioteca universitária, mas é também a segunda mais importante biblioteca do país. E que coroa verdadeiramente, como diz o letreiro da Joanina, “a testa da cidade de Coimbra”, no topo da sua “colina sagrada”.
 
Esta traz como novidades absolutas algumas descobertas muito recentes: a identificação de um texto inédito e ilustrado de D. João Ribeiro Gaio, um espólio de António Feliciano de Castilho, uma importante colecção de desenhos do pintor José Contente, a identificação do primeiro fragmento conhecido de música para uma ópera de António José da Silva “o Judeu”, o primeiro estudo de conjunto das bíblias manuscritas iluminadas, a descrição dos magníficos super-libros que a Universidade usou nos séculos XVI e XVII e até a revelação de uma mão-cheia de pormenores completamente desconhecidos e nunca vistos do – paradoxalmente – mais visitado edifício da cidade, a Biblioteca Joanina da Universidade.
 
Na esteira da valorização daquilo que está para além da mera raridade bibliográfica, estes “Tesouros da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra” têm um plano que passa pelos edifícios da biblioteca, pelos seus manuscritos desde o século XIII, seus códices e belas iluminuras, pelas edições quinhentistas, o “período de ouro” da nossa tipografia, mas também pelas revistas científicas, pelos livros mais recentes pela fotografia e pela imagem de todas as formas, até a imagem da própria biblioteca , representada seja na sua materialidade por mais de um século de fotografia, seja na sua identidade, na forma das suas marcas bibliográficas.
 
Para este plano concorrem diversos colaboradores, distribuídos pelos seguintes capítulos:
 
  • “Uma coroa na testa da cidade”: a Biblioteca Geral, passado e futuro - Carlos Fiolhais
  • A Biblioteca da Universidade e os seus espaços - António Filipe Pimentel
  • Bibliotecas eruditas e espólios literários e científicos - A. E. Maia do Amaral
  • Fundos musicais : uma breve apresentação - Flávio de Pinho
  • Manuscritos iluminados - Saúl António Gomes
  • Tipografia Quatrocentista e Quinhentista - Maria da Graça Pericão
  • Imprensa periódica portuguesa - Iuliana Gonçalves
  • A imagem fotográfica na Biblioteca da Universidade - Alexandre Ramires
  • O Instituto de Coimbra: breve história de uma academia científica, literária e artística - António José Leonardo, Décio Ruivo Martins e Carlos Fiolhais
  • Marcas bibliográficas da “Livraria da Universidade” (sécs. XVI-XXI) - A. E. Maia do Amaral
  • A BGUC e as bibliotecas da Universidade de Coimbra - Carlos Fiolhais e João Carlos Marques
 Uma das características mais marcantes deste volume é a relevância que nele ganha a imagem. Ilustrações completamente novas e para muitos inesperadas. Nesta vertente, quase todo o encanto da obra se fica a dever à fotografia radiosa e “científica” de Paulo Mendes e à fotografia mais obscura e poética de João Armando Ribeiro, sem esquecer o charme de todos os grandes fotógrafos ali invocados e que, desde o inglês Charles Thurston Thompson, em 1866, até à alemã Candida Hoefer, em 2005, fixaram esse objecto fotográfico de excelência que é a Biblioteca Joanina.

quinta-feira, outubro 07, 2010

Histórias de Livros para a História do Livro - José Vitorino de Pina Martins (2007)

Martins, José Vitorino de Pina - Histórias de Livros para a História do Livro, Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.

Um grande livro de um dos melhores investigadores e conhecedores desta temática. José Vitorino de Pina Martins (1920-2010).

sábado, junho 19, 2010

Os primeiros tratados de caligrafia realizados em Portugal - Paulo Heitlinger (2010)

Outro excelente artigo da autoria do Dr. Paulo Heitlinger:
Os primeiros tratados de caligrafia realizados em Portugal, Cadernos de Tipografia e Design, Nr. 16 / Maio 2010, págs. 50 -57.

Literatura de Cordel: alguns apontamentos, pouco sistemáticos, mas talvez interessantes - Paulo Heitlinger (2010)

Heitlinger, Paulo - Literatura de Cordel: alguns apontamentos, pouco sistemáticos, mas talvez interessantes, Cadernos de Tipografia e Design, Nr. 16 / Maio 2010, págs. 22 - 34.
http://tipografos.net/cadernos/CT16-Caligrafia.pdf

Excelente artigo sobre a literatura de cordel, sendo mencionado no mesmo o poeta cego madeirense Baltazar Dias.

Obituário: José Pina Martins (1920 – 2010) - Paulo Heitlinger (Maio 2010)

Obituário: José Pina Martins (1920 – 2010)

Faleceu aos 91 anos de idade, em Lisboa, o humanista, investigador e bibliófilo José Vitorino Pina Martins, estudioso da cultura do Renascimento e de figuras como Camões, Erasmo, Thomas More ou Sá de Miranda. Pina Martins presidiu à Academia das Ciências e foi professor da Universidade de Lisboa. Este reputado especialista do Renascimento deixou uma vasta obra publicada em Portugal e no estrangeiro. A ele se deve a descoberta de um dos mais antigos incunábulos em língua portuguesa, impressos em Portugal (Tratado de Confissom, 1489). Pina Martins reuniu uma das mais importantes bibliotecas privadas sobre estudos humanísticos da Europa.

José Vitorino de Pina Martins, um dos mais importantes investigadores e conhecedores portugueses do Humanismo Renascentista, tanto na sua expressão latina como vernácula, morreu com 91 anos de idade, vítima de doença prolongada.

Em 1947 concluiu a licenciatura em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Especialista em cultura portuguesa e europeia do Renascimento, Pina Martins publicou obras como Cultura Portuguesa, Reflexões críticas sobre Eça de Queirós, Humanismo e Erasmismo na cultura portuguesa do século xvi, De como identifiquei o «Tratado de Confissom», Ensaio sobre o Parnasianismo brasileiro, Au Portugal dans le sillage d’Erasme, Humanisme e Renaissance de L’Italie au Portugal e Erasme à l’origine de l’ humanisme en Allemagne.

O Centro Cultural da Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris (www.gulbenkian-paris.org), é desde 1965 uma das mais importantes instituições de Portugal em França; pela sua direção passaram figuras ilustres. José Pina Martins dirigiu esse centro durante mais de uma década (1972–1983). Depois regressou a Lisboa, onde teve a seu cargo a direcção do Serviço de Educação da Fundação Gulbenkian.

Pina Martins ensinou nas Universidades de Roma (1949–1955) e Poitiers (1955–1961); em 1961 foi convidado para leccionar na Faculdade de Letras de Lisboa. Regeu as cadeiras de História da Cultura Moderna (1962), de História da Cultura Clássica (1962-1963), de História da Literatura Portuguesa ii (1963–1964) e de Literatura Italiana (1963–1972). Já com 54 anos de idade, defendeu tese de doutoramento na Sorbonne, sobre Sá de Miranda. Recebeu em 1963 a Medalha de Mérito Cultural de Ouro, concedida pelo governo italiano, pelos seus estudos sobre o cabalista Pico della Mirandola. Em 2008, recebeu o Prémio Pedro Hispano (1) .

A José Pina Martins devemos várias importantes investigações sobre a História do Livro. Um interessante artigo sobre a Prototipografia portuguesa – De como identifiquei o «Tratado de Confissom» – está acessível online em cvc.instituto-camoes.pt/bdc/revistas/revistaicalp/idconfissom.pdf
Para actualização desta informação, leia, de José Barbosa Machado, Os dois primeiros livros impressos em língua portuguesa, em alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/zips/machad18.pdf
Partes do catálogo da exposição Giovanni Pico della Mirandola (1463 - 1494): no V. centenário da sua... estão online no Google Books. Aí também pode consultar 129 trabalhos científicos de um grande investigador, José Vitorino de Pina ... da autoria de Manuel Cadafaz de Matos.

Ao longo de 12 anos, Pina Martins foi alternadamente presidente e vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa, pertencendo igualmente a outras Academias nacionais e estrangeiras, como a prestigiada Academia dei Lincei, de Roma. A sua opulenta biblioteca pessoal – a mais valiosa dos nossos tempos –, foi adquirida há anos pelo grupo Espírito Santo.

Da Comunicação feita à Academia das Ciências de Lisboa com o título J.V. de Pina Martins em convívio com os clássicos, apresentada à Classe de Letras na sessão de 21 de Janeiro de 2010, da autoria de Aires A. Nascimento, citamos, com a devida vénia, o seguinte trecho (2) :

«Quem algum dia teve o privilégio de ser recebido na biblioteca pessoal de José Vitorino de Pina Martins (...), foi possivelmente surpreendido pela revelação de um pequeno livro, de encadernação oitocentista e cor vermelha, guardado em caixa forrada a veludo da mesma cor: nada menos que a edição de Horácio saída em 1501 dos prelos de Aldo Manúcio, adquirida em Paris a um antiquário, André James, grande erudito, especialmente atento às novidades do mercado livreiro e particularmente lúcido em reconhecer e identificar raridades de origem portuguesa. Foi este exemplar dispensado por ele a J.V. de Pina Martins, a título de favor e amizade, por uma pequena fortuna – de nada menos que 80.000 Francos franceses (... cerca de 12. 500 euros).
J.V. Pina Martins guardava esse exemplar em grande honra e teve oportunidade de escrever as razões do apreço que lhe devotava, quando elaborou as memórias da sua biblioteca em Histórias de Livros para a História do Livro. O enlevo consagrado a este exemplar do texto de Horácio tê-lo-ia ouvido o visitante da biblioteca da própria voz do seu digno proprietário, pois com ele costumava iniciar a visita. No livro, ficou uma interpelação que define uma vida; pergunta J.V. Pina Martins: «Já algum dia experimentaste, caro Leitor, como é diferente ler uma poesia de Horácio, ou de Virgílio, ou de Petrarca, por um livro mal encadernado e por um exemplar de edição raríssima encadernado por um grande artista?»

A resposta não vem enunciada no livro; compreende-se: há sensações e sentimentos intraduzíveis, para os quais as palavras são supérfluas ou correm o risco de (entre)cortar o enlevo; no modo interrogativo, porém, fica patente que há novidades que apenas cada um pode experimentar e que, relativamente a uma edição modelar, persistem afectos tanto mais profundamente acalentados quanto mais se percebe o significado cultural desse livro, depois de serem escrutinadas as razões das escolhas do editor e serem conhecidos os efeitos decorrentes do seu trabalho.»

(1) A Academia Pedro Hispano -um círculo informal de amigos - é formada por José Ribeiro (editora Portugália), Henrique Bicha Castelo (médico cirurgião), Aires Nascimento (professor universitário de Letras), José Francisco (responsável de vendas da editora Dom Quixote), António Lobo Antunes (escritor), Vitorino (músico), José Manuel Franco (médico) e Janita Salomé (músico).

(2) Online em www.acad-ciencias.pt/files/Memórias/Aires A_ Nascimento/J V de Pina Martins.pdf
Adaptado de:

sexta-feira, junho 11, 2010

sexta-feira, abril 09, 2010

Horas de nossa Senhora segundo costume Romaano (1500/1501) Estudo de João Alves Dias

Horas de Nossa Senhora...
Rezar em Português


Lisboa: BNP, 2009. 2 vol. (Fac-similados).Vol. 1.: Fac-símile do exemplar da Biblioteca do Congresso, em Washington, Rare Book Division, Rosenwald, 451. 240 p.Vol. 2.: Estudo de João José Alves Dias. Rezar em português: introdução ao livro de Horas de Nossa S[e]n[h]ora segundo costume Romaa[n]o… Paris, Narcisse Brun, 13 de Fevereiro de 1500 [i. é 1501]. 187 p.

Apresentar uma edição fac-similada de um Livro de Horas cujo original não é nem um manuscrito iluminado nem em latim pode parecer estranho. Na verdade trata-se de um livro impresso, mas com uma particularidade singular. É composto em português, impresso em Paris, em 1500/1501, e o único exemplar conhecido encontra‑se na Biblioteca do Congresso, em Washington. É tão raro como um manuscrito.

Trata-se das Horas de nossa Senhora segundo costume Romaano . com as horas do spirito sancto . e da cruz e dos finados . e sete psalmos . e oraçam de sam lyom papa . e oraçam da empardeada . e com outras muytas e deuotas oraçoões. A sua singularidade e raridade deve-se, por um lado, à sua natureza – que motivava um uso e manejo quotidiano o que lhe provocava fragilidade – e, por outro, ao seu conteúdo – dado incluir os conjuros chamados Oração de São Leão Papa [p. 200‑221] e Oração da Emparedada [p. 222-239], a Oração de Nosso Senhor Jesus Cristo (Juste judex) [p. 177‑179], antífona e oração de São Cristóvão [p. 192-194] e «indulgências fingidas» [p. 173] dos Papas João XXII e Inocêncio III, todos proibidos pela Inquisição do século XVI.

A reimpressão (em edição fac-similada) que hoje se apresenta fica-se a dever à amabilidade e ao apoio da Fundação Luso‑Americana (FLAD) que não só disponibilizou o acesso ao livro e à sua digitalização, como tornou possível que a Biblioteca Nacional de Portugal o publicasse. À Biblioteca do Congresso, em Washington (USA), à Fundação Luso‑Americana (Lisboa) e à Biblioteca Nacional de Portugal agradeço todo o carinho que dedicaram a esta edição.

João José Alves Dias
Com este excelente estudo o Prof. Dr. João José Alves Dias dá-nos a conhecer um maravilhoso Livro de Horas, do qual apenas existe um exemplar conhecido no mundo, na Biblioteca do Congresso (Estados Unidos da América).
Interessante lêr não só o livro bem como a própria história do mesmo: o seu impressor, os revisores, a estrura do livro, os seus antigos possuidores, as gravuras, ...
As obras da autoria deste investigador têm sempre uma inigualável sapiência e fluidez de leitura, característica comum a todas as suas obras.
Sou um leitor assíduo dos seus escritos, especialmente naqueles que se debruçam sobre a História do Livro e recomendo-o vivamente.

terça-feira, março 23, 2010

A arte do livro na Misericórdia de Lisboa. Os cimélios da Santa Casa - (SCML 1997)

A arte do livro na Misericórdia de Lisboa : os cimélios da Santa Casa : catálogo , Lisboa : Santa Casa da Misericórdia, 1997.
Este catálogo constitui «uma amostra notável do património bibliográfico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa» conforme consta da apresentação do Prof. Dr. José Vitorino de Pina Martins ao mesmo. A descrição permenorizada das obras aqui descritas surpreende pela minuciosidade das mesmas. Magnífico trabalho levado a cabo pelo Dr. Francisco d' Orey Manoel, que também selecionou as obras que constam no catálogo.
Possuo inúmeros catálogos na minha biblioteca mas este surpreendeu pela excelência nos pormenores descritivos das obras, constituindo por si só um precioso auxiliar para aqueles que se dedicam ao estudo do livro antigo.

terça-feira, março 09, 2010

L'Europe des livres. Auteurs portugais au XVIe et XVIIe siècle. - João Luís Lisboa


L'Europe des livres.
Auteurs portugais au XVIe et XVIIe siècle.
João Luís Lisboa
(F.C.S.H. UNL)

Neste artigo são citadas obras dos seguintes autores: Damião de Góis, Pedro Nunes, André de Resende, Frei Heitor Pinto, Manuel Álvares, Jerónimo Osório, Agostinho Barbosa, Francisco Sanches, António de Gouveia, Gabriel Pereira de Castro, Baptista Fragoso, Domingos Antunes, Mateus Homem Leitão, Manuel Mascarenhas (...).

Transcrevo a parte do artigo referente a Manuel Álvares (n. 1526, Ribeira Brava -m. 1582, Évora).
(...)
ogieManuel Álvares écrit une des grammaires les plus diffusées pendant presque deux siècles, dans les écoles jésuites, grammaire qui sera encore la cible des critiques de Verney dans les premières lettres du Verdadeiro método de estudar, en 1746. Après l'édition de Lisbonne, en 1572 (ou les différentes éditions car il y a des différences sur la page de titre), cette grammaire
connaîtra des dizaines d'éditions, au Portugal (Coimbra et Évora tout au long du XVIIe siècle) comme dans des villes italiennes. A Venise on connaît les éditions de 1575, 1581 et 1616. À Rome il y a des éditions en 1584 et 1588. À Gènes, il y en aura une en 1666, et on connaît encore une autre de Padoue, sans date, de Giovanni Batista Pasquati, un imprimeur du dix-septième siècle.
Si on suit le sort de ces exemplaires on trouve plusieurs éditions italiennes aujourd'hui au Portugal, comme on trouve des éditions de Lisbonne en Italie, avec des signes de propriété de divers collèges jésuites. Par exemple, les exemplaires que l'on trouve à la bibliothèque de Turin, et qui ont appartenu aux collèges de Cuneo, Monte Carlo et Turin, furent imprimés à Lisbonne en 1572.
La situation spécifique de cette grammaire c'est qu'elle appartient longtemps à un univers défini par les solidarités de la Compagnie, et son étendu est en rapport avec l'importance du rôle et du réseau pédagogique jésuite.
(...)

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Os arquivos e as bibliotecas em Portugal - António Ferrão (1920)

Ferrão, António - Os arquivos e as bibliotecas em Portugal, Colecção: Sciências Auxiliares da Historia. Bibliografia e Bibliotecografia, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1920.
http://www.archive.org/details/osarquivoseasbib00ferruoft

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Bibliografía Ibérica del Siglo XV - Konrad Haebler (1903)

Haebler, Konrad - Bibliografía Ibérica del Siglo XV. Enumeración de todos los libros impresos en España y Portugal hasta el año de 1500, con notas críticas, La Haya, Martinus Nijhoff, 1903. http://www.archive.org/details/bibliografaib00haebuoft

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Em torno de dois textos médicos antigos - Maria Carlota Rosa (2005)

Rosa, Maria Carlota - Em torno de dois textos médicos antigos. Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2005, vol.12, n.3, pp. 771-772. ISSN 0104-5970.
http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n3/08.pdf

O regimento contra a pestilência e a receita do bálsamo (...) - Diana Maul de Carvalho (2005)

Carvalho, Diana Maul de - O regimento contra a pestilência e a receita do bálsamo: alguns comentários à luz da 'medicina científica'. Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2005, vol.12, n.3, pp. 853-867. ISSN 0104-5970.
http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n3/17.pdf

Memória e conhecimento do mundo: coleções de objetos, impressos e manuscritos nas livrarias de Portugal e Espanha, séculos XV-XVII - Ana Megiani 2009

Megiani, Ana Paula Torres - Memória e conhecimento do mundo: coleções de objetos, impressos e manuscritos nas livrarias de Portugal e Espanha, séculos XV-XVII. An. mus. paul. [online]. 2009, vol.17, n.1, pp. 155-171. ISSN 0101-4714.
http://www.scielo.br/pdf/anaismp/v17n1/v17n1a10.pdf

Historie del S.D. Fernando Colombo - Fernando Colón

Colón , Fernando; Ulloa , Alfonso de; Pané , Ramón  - Historie del S.D. Fernando Colombo; : nelle quali s'ha particolare, & v...