Canto, Ernesto do - Os Corte-Reaes. Memoria historica, acompanhada de muitos documentos ineditos, Ponta Delgada - Ilha de S. Miguel, Typ. do Archivo dos Açores, 1883.História da Madeira e dos Açores; Livros Antigos e Novos;Alfarrabistas; Literatura Portuguesa; Camilo Castelo Branco; Ex-libris; História da Medicina Portuguesa; Guerra Peninsular (Recolha de artigos e informações dispersas pela net)
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segunda-feira, janeiro 25, 2010
Os Corte-Reaes. Memoria historica, acompanhada de muitos documentos ineditos - Ernesto do Canto (1883)
Canto, Ernesto do - Os Corte-Reaes. Memoria historica, acompanhada de muitos documentos ineditos, Ponta Delgada - Ilha de S. Miguel, Typ. do Archivo dos Açores, 1883.segunda-feira, dezembro 14, 2009
Acciaiolis no Brasil - Francisco Antonio Doria (2007)
Francisco Antonio Doria
com a colaboraçãoao de Cássia Albuquerque e de Fábio Arruda de Lima
Acciaiolis no Brasil
A família do Cel. Francisco de Barros e Accioli de Vasconcellos
Bingen
2007
com a colaboraçãoao de Cássia Albuquerque e de Fábio Arruda de Lima
Acciaiolis no Brasil
A família do Cel. Francisco de Barros e Accioli de Vasconcellos
Bingen
2007
Tabelas dos Dorias - Francisco Antonio Doria
1. Itália - 317kb - 05.01.2003
2. Ilha da Madeira - 456kb - 05.01.2003
3. Bahia I - 352kb - 05.01.2003
4. Bahia II - 574kb - 05.01.2003
5. São Paulo - 297kb - 05.01.2003
6. Outras famílias genovesas - 442kb - 05.01.2003
2. Ilha da Madeira - 456kb - 05.01.2003
3. Bahia I - 352kb - 05.01.2003
4. Bahia II - 574kb - 05.01.2003
5. São Paulo - 297kb - 05.01.2003
6. Outras famílias genovesas - 442kb - 05.01.2003
Acciaiolis, Madeira e Brasil, I. - Francisco Antonio Doria (2003)
Acciaiolis, Madeira e Brasil, I.
Por: Francisco Antonio Doria
Bingen
2003
segunda-feira, março 30, 2009
Surnames of Early Madeira Island Settlers
Surnames of Early Madeira Island Settlers
In: http://calaca.vilabol.uol.com.br/surnames/Letra_a.htm
Nota do blogue: links com algumas falhas.
In: http://calaca.vilabol.uol.com.br/surnames/Letra_a.htm
Nota do blogue: links com algumas falhas.
Noronhas
Estão disponíveis os capítulos IV e V do Nobiliário da Ilha da Madeira, sobre o ramo Noronhas nos seguintes links:
http://www.villamaria.com.pt/capitulo_4_do_nobiliario_da_mad.htm
http://www.villamaria.com.pt/capitulo_5_do_nobiliario_da_ilha.htm
http://www.villamaria.com.pt/capitulo_4_do_nobiliario_da_mad.htm
http://www.villamaria.com.pt/capitulo_5_do_nobiliario_da_ilha.htm
«Títulos Nobiliárquicos do Arquipélago da Madeira»
Títulos Nobiliárquicos do arquipelago da Madeira
O título nobiliárquico mais antigo de que temos conhecimento, referente a pessoas deste arquipélago, é o que foi concedido a Simão Gonçalves da Câmara, 5.° capitão-donatario do Funchal, por alvará régio de 20 de Agosto de 1576 (volume 1, página 188 e 210). Não temos conhecimento da concessão de outro título nos séculos XVI, XVII e XVIII, havendo em 1812, por decreto de 17 de Dezembro, sido conferida a mercê de visconde de Torre Bela ao morgado Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henrigues que foi representante de Portugal em Hamburgo, Estocolmo, Berlim, Viena e Nápoles (V. Torre Bela). O estadista e diplomata Antonio Saldanha da Gama, que casou com D. Antonia Basilia Heredia de Bettencourt, representante e herdeiro da casa vinculada dos Heredias desta ilha, foi agraciado com o título de conde do Porto Santo, por decreto de 26 de Outubro de 1823. Carlos Stuart, súbdito britanico, que representou o seu país na corte de Lisboa, teve o título de conde de Machico, concedido por decreto de 22 de Novembro de 1826. (V. volume II, página 292). O título de conde de Carvalhal foi concedido, por decreto de 13 de Setembro de 1835, a João Xavier de Carvalhal Esmeraldo Vasconcelos de Atouguia Betencourt de Sá Machado, o mais opulento proprietário desta ilha e um dos mais abastados de todo o país (volume I, página 254 e seguintes). O ilustre madeirense João Gualberto de Oliveira, estadista e parlamentar, foi agraciado com a mercê de barão de Tojal, por decreto de 4 de Abril de 1838, e de conde do mesmo título, por decreto de 17 de Setembro de 1844. (V. Tojal). O Dr. Daniel de Ornelas e Vasconcelos, par do reino, recebeu a graça do barão de S. Pedro, por decreto de 12 de Agosto de 1845 (volume III, página 27). Com o título de visconde de Santa Cruz, vila desta ilha, foi a 15 de Outubro de 1851 agraciado Antonio Manuel de Noronha antigo governador e capitão-general deste arquipélago (volume II. pagina 447). Ao distinto madeirense Antonio Aluisio Jervis de Atouguia (volume I, página 103 ) foi conferido o título de visconde de Atouguia, por decreto de 15 de Março de 1853. Fortunato Joaquim Figueira foi agraciado com o título de barão da Conceição, por decreto de 11 de Setembro de 1855. Era sogro do visconde de Andaluz e do advogado Dr. Nuno Ferreira Jardim, e avô do Dr. Alberto Figueira Jardim. Teve o título de visconde das Nogueiras, concedido por decreto de 16 de Janeiro de 1867, o madeirense Jacinto de Santana e Vasconcelos Moniz de Betencourt, marido da viscondessa das Nogueiras (volume II, página 444) e pai do 2.° visconde das Nogueiras (volume II, página 440). Por decreto de 25 de Fevereiro de 1871,foi contemplado com a mercê de visconde da Calçada o morgado e grande proprietário Diogo de Ornelas de França Carvalhal Frasão Figueiroa (volume I, página 187), que depois teve a graça de conde do mesmo título. O morgado e proprietário Diogo Berenguer de França teve o título de visconde de S. João, por decreto de 3 de Março de 1871. A Francisco Correia Heredia, pelo decreto de 4 de Maio de 1871, foi conferido o título de visconde da Ribeira Brava (V. este nome). Foi concedido ao Dr. João de Freitas da Silva o título de visconde de Monte Belo, por decreto de 24 de Março de 1880 (volume II. página 55). João Bettencourt de Araujo Carvalhal Esmeraldo (volume III, página 211) foi agraciado com o título de visconde do Ribeiro Real, por decreto de 23 de Março de 1882, sendo depois elevado a conde do mesmo título. O Dr. Antonio Evaristo de Ornelas foi agraciado com a mercê de barão de Ornelas, por decreto de 14 de Outubro de 1886 (volume III, página 21). Dos titulares de cujas datas dos respectivos decretos que os agraciaram não temos conhecimento, faremos menção do conde de Canavial (volume I, página 231), visconde de Gonçalves de Freitas (volume II. página 96), visconde da Casa Branca (general Alexandre César Mimoso), visconde de Bianchi (Augusto César Bianchi), visconde de Vale Paraiso {João Antonio Bianchi), barão do Jardim do Mar (Tristão Vaz Teixeira de Bettencourt e Câmara), barão de Uzel (Luis Augusto Ribeiro de Mendonça) e barão da Nora (Frederico Teles de Meneses). D. Alvaro da Costa de Sousa Macedo, governador e capitão-general deste arquipélago (volume II. página 288) teve o título de conde da Madeira, e Domingos Antonio de Sousa Coutinho o de conde e marquês do Funchal (volume II, página 59). Á mesma família pertence Agostinho de Sousa Coutinho, que teve também o título de marquês do Funchal e que por duas vezes exerceu o cargo de governador civil deste distrito (volume II pagina 58).
In: http://www.villamaria.com.pt/titulos_nobiliarquicos_do_aquipe.htm
O título nobiliárquico mais antigo de que temos conhecimento, referente a pessoas deste arquipélago, é o que foi concedido a Simão Gonçalves da Câmara, 5.° capitão-donatario do Funchal, por alvará régio de 20 de Agosto de 1576 (volume 1, página 188 e 210). Não temos conhecimento da concessão de outro título nos séculos XVI, XVII e XVIII, havendo em 1812, por decreto de 17 de Dezembro, sido conferida a mercê de visconde de Torre Bela ao morgado Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henrigues que foi representante de Portugal em Hamburgo, Estocolmo, Berlim, Viena e Nápoles (V. Torre Bela). O estadista e diplomata Antonio Saldanha da Gama, que casou com D. Antonia Basilia Heredia de Bettencourt, representante e herdeiro da casa vinculada dos Heredias desta ilha, foi agraciado com o título de conde do Porto Santo, por decreto de 26 de Outubro de 1823. Carlos Stuart, súbdito britanico, que representou o seu país na corte de Lisboa, teve o título de conde de Machico, concedido por decreto de 22 de Novembro de 1826. (V. volume II, página 292). O título de conde de Carvalhal foi concedido, por decreto de 13 de Setembro de 1835, a João Xavier de Carvalhal Esmeraldo Vasconcelos de Atouguia Betencourt de Sá Machado, o mais opulento proprietário desta ilha e um dos mais abastados de todo o país (volume I, página 254 e seguintes). O ilustre madeirense João Gualberto de Oliveira, estadista e parlamentar, foi agraciado com a mercê de barão de Tojal, por decreto de 4 de Abril de 1838, e de conde do mesmo título, por decreto de 17 de Setembro de 1844. (V. Tojal). O Dr. Daniel de Ornelas e Vasconcelos, par do reino, recebeu a graça do barão de S. Pedro, por decreto de 12 de Agosto de 1845 (volume III, página 27). Com o título de visconde de Santa Cruz, vila desta ilha, foi a 15 de Outubro de 1851 agraciado Antonio Manuel de Noronha antigo governador e capitão-general deste arquipélago (volume II. pagina 447). Ao distinto madeirense Antonio Aluisio Jervis de Atouguia (volume I, página 103 ) foi conferido o título de visconde de Atouguia, por decreto de 15 de Março de 1853. Fortunato Joaquim Figueira foi agraciado com o título de barão da Conceição, por decreto de 11 de Setembro de 1855. Era sogro do visconde de Andaluz e do advogado Dr. Nuno Ferreira Jardim, e avô do Dr. Alberto Figueira Jardim. Teve o título de visconde das Nogueiras, concedido por decreto de 16 de Janeiro de 1867, o madeirense Jacinto de Santana e Vasconcelos Moniz de Betencourt, marido da viscondessa das Nogueiras (volume II, página 444) e pai do 2.° visconde das Nogueiras (volume II, página 440). Por decreto de 25 de Fevereiro de 1871,foi contemplado com a mercê de visconde da Calçada o morgado e grande proprietário Diogo de Ornelas de França Carvalhal Frasão Figueiroa (volume I, página 187), que depois teve a graça de conde do mesmo título. O morgado e proprietário Diogo Berenguer de França teve o título de visconde de S. João, por decreto de 3 de Março de 1871. A Francisco Correia Heredia, pelo decreto de 4 de Maio de 1871, foi conferido o título de visconde da Ribeira Brava (V. este nome). Foi concedido ao Dr. João de Freitas da Silva o título de visconde de Monte Belo, por decreto de 24 de Março de 1880 (volume II. página 55). João Bettencourt de Araujo Carvalhal Esmeraldo (volume III, página 211) foi agraciado com o título de visconde do Ribeiro Real, por decreto de 23 de Março de 1882, sendo depois elevado a conde do mesmo título. O Dr. Antonio Evaristo de Ornelas foi agraciado com a mercê de barão de Ornelas, por decreto de 14 de Outubro de 1886 (volume III, página 21). Dos titulares de cujas datas dos respectivos decretos que os agraciaram não temos conhecimento, faremos menção do conde de Canavial (volume I, página 231), visconde de Gonçalves de Freitas (volume II. página 96), visconde da Casa Branca (general Alexandre César Mimoso), visconde de Bianchi (Augusto César Bianchi), visconde de Vale Paraiso {João Antonio Bianchi), barão do Jardim do Mar (Tristão Vaz Teixeira de Bettencourt e Câmara), barão de Uzel (Luis Augusto Ribeiro de Mendonça) e barão da Nora (Frederico Teles de Meneses). D. Alvaro da Costa de Sousa Macedo, governador e capitão-general deste arquipélago (volume II. página 288) teve o título de conde da Madeira, e Domingos Antonio de Sousa Coutinho o de conde e marquês do Funchal (volume II, página 59). Á mesma família pertence Agostinho de Sousa Coutinho, que teve também o título de marquês do Funchal e que por duas vezes exerceu o cargo de governador civil deste distrito (volume II pagina 58).
«Biblioteca Genealógica de Lisboa»
Biblioteca Genealógica de Lisboa
A Biblioteca abriu as suas portas ao público no dia 12 de Junho de 2006 tendo como principal objectivo disponibilizar ao crescente número de interessados na Genealogia as obras de referência. Mas não pretende ser um simples depósito de obras para consulta. É também seu objectivo, constituir-se como um novo instrumento de auxilio para os investigadores, através da base de dados do site.
Site
Na base de dados da BGL estão identificadas e pesquisáveis, por tema, título ou autor, não só todas as obras que constituem o acervo da BGL (disponíveis) mas também milhares de outras que possam ser consultadas noutras bibliotecas (pesquisáveis). Esta base de dados permite também pesquisar, por nome próprio ou por apelido familiar, as obras que os refiram, constituindo-se assim como um instrumento bibliográfico de referência na área da Genealogia.
Autores
Nesta área, procurar-se-á elencar todas as obras publicadas, escritas, dirigidas ou coordenadas por autor, enriquecendo essa informação, sempre que possivel, com dados biográficos e genealógicos.
Famílias e Pessoas
Para cada família ou apelido, indicar-se-ão os títulos de obras, volumes e páginas onde determinado Apelido ou Família seja tratada em trabalhos publicados, sejam livros, revistas ou artigos. O mesmo princípio se aplicará a nomes de Pessoas, Cargos e Títulos, Casas, Locais e Instituições.

Noticias
Neste secção será disponbilizada a lista das novas incorporações da BGL, seja por oferta, seja por compra, e procurar-se-á ir dando conta de noticias que sejam do interesse para os genealogistas.
Actividades
A actividade mais visível desenvolvida na Biblioteca Genealógica de Lisboa é seguramente a manutenção diária do Portal de Genealogia Geneall, sendo o acervo da Biblioteca a fonte fundamental dos dados disponbilizados no portal. Outras iniciativas estão previstas e delas se dará conta na página das notícias.
Acesso
Situada na Calçada Marquês de Abrantes, nome emblemático da Genealogia portuguesa, pelo labor de D. Luis Gonzaga de Lancastre e Tavora, 10º marquês de Abrantes, a Biblioteca é privada, dispõe de 8 lugares para consulta e o acesso é livre.
In: http://www.bgl.org.pt/
In: http://www.bgl.org.pt/
Nota do Blogue: Desconhecia a existência desta biblioteca. Possui mais de 10000 obras, algumas das quais raras e muito úteis para aqueles que se dedicam ao estudo da genealogia.
Biblioteca Genealógica de Lisboa
Cç. Marquês de Abrantes, 102
1200-720 Lisboa
Tel.: 213976311
Fax : 213976312
Horário:De 2ª a 6ª, das 14h00 às 18h00
Últimas 5ªs-feiras do mês, até às 24h00
«Registo Genealógico de Famílias que Passaram à Madeira» - Luiz Peter Clode
segunda-feira, março 23, 2009
«Brasão de Armas dos Condes de Torre Bela» - Dr. Manuel Pedro Freitas

“Escudo de fantasia, posto em cartela – rocaille -, esquertelado de: 1.º de Correia: de ouro, fretado de vermelho, de seis peças; 2.º de Henriques: de vermelho, com um castelo de ouro (Castela); mantelado de prata, carregado de dois leões de púrpura armados e lampassados de azul, o da direita voltado (Leão)” [1].
Existe um exemplar deste brasão de armas em cantaria, datada do século XVIII, sobre a porta principal do antigo palácio Torre Bela, na rua dos Ferreiros, no Funchal. Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques, 1º visconde de torre Bela, nasceu na freguesia da Sé, no Funchal, a 21 de Fevereiro de 1768 e faleceu em Nápoles a 30 de Agosto de 1821 [2], sendo, no ano seguinte, os seus restos mortais transladados para o panteão de família, na capela de Nossa Senhora da Boa Hora, em Câmara de Lobos, onde foi sepultado a 11 de Agosto de 1822.
O título de visconde de Torre Bela foi concedido pela primeira vez em 17 de Dezembro de 1812, sendo sucessivamente renovado em 14 de Julho de 1823, na pessoa de João Correia Brandão Henriques de Noronha 2.º visconde, a 11 de Setembro de 1857, na pessoa da condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha 3.º viscondessa, e em 28 de Março de 1889, no seu filho Diogo Murry Kenmure Gordon Correia Henriques, 4.º visconde de Torre Bela..
Por Decreto de 6 de Setembro de 1894, Russell Manners Gordon, marido de D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha viria a ser elevado à grandeza de conde, passando a 1.º conde de Torre Bela e 3.º visconde pelo seu casamento.
[1] SAINZ-TRUEVA, José. Igrejas, casas, fortalezas e capelas brasonadas da ilha da Madeira e Porto Santo. Revista Atlântico, n.º 11, 1987.
[2] Registo de óbitos paroquiais da freguesia de Câmara de Lobos, 1822, pg. 40v. Contudo na lápide tumular encontra-se a data de 29 de Outubro de 1821, como sendo a da sua morte.
Existe um exemplar deste brasão de armas em cantaria, datada do século XVIII, sobre a porta principal do antigo palácio Torre Bela, na rua dos Ferreiros, no Funchal. Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques, 1º visconde de torre Bela, nasceu na freguesia da Sé, no Funchal, a 21 de Fevereiro de 1768 e faleceu em Nápoles a 30 de Agosto de 1821 [2], sendo, no ano seguinte, os seus restos mortais transladados para o panteão de família, na capela de Nossa Senhora da Boa Hora, em Câmara de Lobos, onde foi sepultado a 11 de Agosto de 1822.
O título de visconde de Torre Bela foi concedido pela primeira vez em 17 de Dezembro de 1812, sendo sucessivamente renovado em 14 de Julho de 1823, na pessoa de João Correia Brandão Henriques de Noronha 2.º visconde, a 11 de Setembro de 1857, na pessoa da condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha 3.º viscondessa, e em 28 de Março de 1889, no seu filho Diogo Murry Kenmure Gordon Correia Henriques, 4.º visconde de Torre Bela..
Por Decreto de 6 de Setembro de 1894, Russell Manners Gordon, marido de D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha viria a ser elevado à grandeza de conde, passando a 1.º conde de Torre Bela e 3.º visconde pelo seu casamento.
[1] SAINZ-TRUEVA, José. Igrejas, casas, fortalezas e capelas brasonadas da ilha da Madeira e Porto Santo. Revista Atlântico, n.º 11, 1987.
[2] Registo de óbitos paroquiais da freguesia de Câmara de Lobos, 1822, pg. 40v. Contudo na lápide tumular encontra-se a data de 29 de Outubro de 1821, como sendo a da sua morte.
«Torre Bela, Condessa de» - Dr. Manuel Pedro Freitas
TORRE BELA, Condessa de
A condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha, nasceu a 18 de Março de 1839, em Belém (Lisboa), tendo falecido, aos 86 anos de idade, no Funchal, no dia 9 de Agosto de 1925, no seu Palacete do Largo do Colégio. Inicialmente sepultada no cemitério das Angústias, os seus restos mortais, viriam, posteriormente a serem transladados para jazigo no cemitério de Câmara de Lobos.
Era filha única (uma sua irmã havia falecido aos 2 anos de idade) e herdeira dos segundos viscondes de Torre Bela, João Correia Henriques de Noronha Brandão e D. Isabel Joaquina Correia de Atouguia e Vasconcelos, filha herdeira do morgado João Manuel de Atouguia, Governador do forte da Conceição, do Ilhéu. Era neta do primeiro visconde de Torre Bela, Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques [1] e de D. Emília Henriqueta Pinto de Sousa Coutinho, dama da ordem de S. João de Jerusalém, filha dos primeiros viscondes de Balsemão.
Descendia em linha recta do célebre companheiro de Zarco, João Afonso Correia, que instituiu o morgadio da Torre em Câmara de Lobos, com nobres casas e engenhos e fundou para jazigo de família a capela do Espírito Santo na igreja paroquial de Santa Maria do Calhau, que a cheia de 1803 arrastou para o mar.
Deste foi filho António Correia, a quem os contemporâneos chamavam o Grande, pela sua riqueza e liberalidade tendo gasto mais de 20.000 cruzados no serviço de El-rei, pelo que, em 1509, teve a renovação do fôro, de fidalgo, que pertencia a seus maiores. Morreu com mais de cem anos e foi sepultado na capela de S. Sebastião de Câmara de Lobos. Um bisneto deste e herdeiro dos vários vínculos instituídos pelos seus ascendentes, de nome António Correia de Bettencourt, que nasceu em 1601 e faleceu em 1670, foi quem edificou a ermida de N. S. da Boa Hora na Quinta da Torre.
A Condessa de Torre Bela, casou em St. John's Wood Westminster a 15 de Setembro de 1857, com autorização régia, com Russell Manners Gordon, súbdito britânico, que pelo seu casamento haveria de assumir o título de 3.º visconde e mais tarde, por Decreto de 6 de Setembro de 1894, haveria de ser elevado à grandeza do Reino como 1.º conde de Torre Bela. Russell Manners Gordon [2] nasceu na Quinta do Monte a 23 de Novembro de 1829. Era filho de Diogo David Webster Gordon e de D. Teodósia Arabela Pollock. Foi fidalgo cavaleiro da Casa Real e Comendador de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Do casamento da Condessa de Torre Bela com Russel Manners Gordon haveria:
1. Gabriela Maria Gordon Henriques de Noronha (1861).
1. Isabel Constância Gordon Henriques de Noronha (1863) cc Charles van Beneden cc Joseph Gabriel Bolger.
1. James Murray Kenmure Gordson Correia Henriques de Noronha, 4º visconde da Torre Bela.
A condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha, nasceu a 18 de Março de 1839, em Belém (Lisboa), tendo falecido, aos 86 anos de idade, no Funchal, no dia 9 de Agosto de 1925, no seu Palacete do Largo do Colégio. Inicialmente sepultada no cemitério das Angústias, os seus restos mortais, viriam, posteriormente a serem transladados para jazigo no cemitério de Câmara de Lobos.
Era filha única (uma sua irmã havia falecido aos 2 anos de idade) e herdeira dos segundos viscondes de Torre Bela, João Correia Henriques de Noronha Brandão e D. Isabel Joaquina Correia de Atouguia e Vasconcelos, filha herdeira do morgado João Manuel de Atouguia, Governador do forte da Conceição, do Ilhéu. Era neta do primeiro visconde de Torre Bela, Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques [1] e de D. Emília Henriqueta Pinto de Sousa Coutinho, dama da ordem de S. João de Jerusalém, filha dos primeiros viscondes de Balsemão.
Descendia em linha recta do célebre companheiro de Zarco, João Afonso Correia, que instituiu o morgadio da Torre em Câmara de Lobos, com nobres casas e engenhos e fundou para jazigo de família a capela do Espírito Santo na igreja paroquial de Santa Maria do Calhau, que a cheia de 1803 arrastou para o mar.
Deste foi filho António Correia, a quem os contemporâneos chamavam o Grande, pela sua riqueza e liberalidade tendo gasto mais de 20.000 cruzados no serviço de El-rei, pelo que, em 1509, teve a renovação do fôro, de fidalgo, que pertencia a seus maiores. Morreu com mais de cem anos e foi sepultado na capela de S. Sebastião de Câmara de Lobos. Um bisneto deste e herdeiro dos vários vínculos instituídos pelos seus ascendentes, de nome António Correia de Bettencourt, que nasceu em 1601 e faleceu em 1670, foi quem edificou a ermida de N. S. da Boa Hora na Quinta da Torre.
A Condessa de Torre Bela, casou em St. John's Wood Westminster a 15 de Setembro de 1857, com autorização régia, com Russell Manners Gordon, súbdito britânico, que pelo seu casamento haveria de assumir o título de 3.º visconde e mais tarde, por Decreto de 6 de Setembro de 1894, haveria de ser elevado à grandeza do Reino como 1.º conde de Torre Bela. Russell Manners Gordon [2] nasceu na Quinta do Monte a 23 de Novembro de 1829. Era filho de Diogo David Webster Gordon e de D. Teodósia Arabela Pollock. Foi fidalgo cavaleiro da Casa Real e Comendador de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Do casamento da Condessa de Torre Bela com Russel Manners Gordon haveria:
1. Gabriela Maria Gordon Henriques de Noronha (1861).
1. Isabel Constância Gordon Henriques de Noronha (1863) cc Charles van Beneden cc Joseph Gabriel Bolger.
1. James Murray Kenmure Gordson Correia Henriques de Noronha, 4º visconde da Torre Bela.
Na casa dos Correias Henriques incorporaram-se vários morgados, entre os quais os dos Brandões, padroeiros da igreja e hospício do Carmo e senhores da capela da Alegria, em S. Roque, sendo considerada a mais rica, logo depois da do Conde de Carvalhal. O seu solar do Funchal era na casa à rua do Comércio, actual rua dos Ferreiros, que ainda hoje ostenta, sobre a porta principal, as suas armas esculpidas em pedra. A condessa de Torre Bela, residia o antigo solar de Henrique Henriques de Noronha, grande genealogista e historiador madeirense, que a condessa também representava e que fora completamente reedificado por seu marido.
O título de visconde de Torre Bela foi concedido pela primeira vez em 17 de Dezembro de 1812, sendo sucessivamente renovado em 14 de Julho de 1823, na pessoa de João Correia Brandão Henriques de Noronha, a 11 de Setembro de 1857, na pessoa da condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha, e em 28 de Março de 1889, no seu filho Diogo Murry Kenmure Gordon Correia Henriques.
Por Decreto de 6 de Setembro de 1894, Russell Manners Gordon, marido de D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha viria a ser elevado à grandeza de conde, passando a 1.º conde de Torre Bela e 3.º visconde pelo seu casamento.
Diogo Murry Kenmure Gordon Correia Henriques, 4.º visconde de Torre Bela, foi diplomata e faleceu solteiro e sem descendência, motivo pelo qual, a representação desta antiga casa viria a passar para o seu sobrinho, Dermot Bolger, filho de sua Irmã D. Isabel Constança, sem que o título de visconde tivesse sido revalidado.
Herdeira dum nobilíssimo e muito prestigioso nome e senhora duma avultada fortuna, a condessa de Torre Bela foi, em vida pela sua representação social, uma primacial figura no meio madeirense. As suas festas, dum cunho genuinamente aristocrático, ficaram tradicionais no meio elegante, marcando-se a entrada no Palacete do Colégio, recheado de preciosas jóias artísticas, como um verdadeiro grau de distinção. Por ali passaram nos seus bailes, nos seus lanches, ou nos seus elegantes chás, os mais categorizados nomes do meio e as mais representativas figuras nacionais e estrangeiras que, no seu tempo, visitaram esta ilha.
À sua nobreza de linhagem correspondia uma vincada fidalguia pessoal, na extrema delicadeza das maneiras e na prática dos seus elevados sentimentos.
A sociedade madeirense ficou a dever à condessa, vários actos de caridade e de assistência, um dos quais seria a oferta da sua propriedade Quinta de S. Filipe para a instalação da Escola de Artes e Ofícios [3].
[1] Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques, era coronel do regimento de milícias da Calheta, por ele levantado organizado e fardado à sua custa, comendador das ordens de Cristo e da Torre e Espada, do conselho de El-rei D. João VI, ministro plenipotenciário e enviado extraordinário a Hamburgo Stockolmo, Berlim, Viena, Nápoles, etc..
[2] Os Gordons eram de origem escocesa. Seu pai era David Webster Gordon, que foi o primeiro desta ilustre família que veio para esta ilha, tendo sido sócio da importante firma exportadora de vinhos Cossart, Gordon & e C.º, tendo construído a Quinta do Monte, que em 1925, pertencia à família Rocha Machado. Seu trisavô era o célebre Lord Kenmure, que foi degolado na Torre de Londres em 24 de Fevereiro de 1716 por ordem de Jorge I, por ser partidário de James Stewar, pretendente à coroa de Inglaterra. Eram seus tios, Murry Gordon, almirante da marinha inglesa e Guilherme Gordon, coronel das Guardas da Rainha (Scots Fusilier Gards) que foi ferido e ficou prisioneiro na batalha de Talavira (Guerra Peninsular).
[3] Diário da Madeira, 11 de Agosto de 1925.
«Torre Bela, 1º visconde de» - Dr. Manuel Pedro Freitas
TORRE BELA, 1.º visconde de
Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques, 1º visconde de Torre Bela, nasceu na freguesia da Sé, no Funchal, a 21 de Fevereiro de 1768 e faleceu em Nápoles a 30 de Agosto de 1821 [1], sendo, no ano seguinte, os seus restos mortais transladados para o panteão de família, na capela de Nossa Senhora da Boa Hora, em Câmara de Lobos, onde foi sepultado a 11 de Agosto de 1822.
Era filho do morgado António João Correia Brandão Bettencourt Noronha Henriques e de Ana Rosa Vilhena.
Foi coronel do regimento de milícias da Calheta, por ele levantado, organizado e fardado à sua custa: Foi comendador das ordens de Cristo e da Torre e Espada. Foi conselheiro de El-rei D. João VI. Seguiu a carreira diplomática e foi enviado extraordinário e ministro plenipotenciário de Portugal em Estocolmo, Berlim, Viena e Nápoles.
Casou em Lisboa, a 22 de Outubro de 1792, com D. Emília Henriqueta Pinto de Sousa Coutinho, dama da Ordem de São João de Jerusalém e filha dos primeiros viscondes de Balsemão, de quem houve:
Fernando José Correia Brandão Bettencourt de Noronha Henriques, 1º visconde de Torre Bela, nasceu na freguesia da Sé, no Funchal, a 21 de Fevereiro de 1768 e faleceu em Nápoles a 30 de Agosto de 1821 [1], sendo, no ano seguinte, os seus restos mortais transladados para o panteão de família, na capela de Nossa Senhora da Boa Hora, em Câmara de Lobos, onde foi sepultado a 11 de Agosto de 1822.
Era filho do morgado António João Correia Brandão Bettencourt Noronha Henriques e de Ana Rosa Vilhena.
Foi coronel do regimento de milícias da Calheta, por ele levantado, organizado e fardado à sua custa: Foi comendador das ordens de Cristo e da Torre e Espada. Foi conselheiro de El-rei D. João VI. Seguiu a carreira diplomática e foi enviado extraordinário e ministro plenipotenciário de Portugal em Estocolmo, Berlim, Viena e Nápoles.
Casou em Lisboa, a 22 de Outubro de 1792, com D. Emília Henriqueta Pinto de Sousa Coutinho, dama da Ordem de São João de Jerusalém e filha dos primeiros viscondes de Balsemão, de quem houve:
1. Matilde Adelaide Correia Henriques Noronha (1793) cc Frederico Augusto da Câmara Leme ss
1. João Correia Brandão Bettencourt Henriques de Noronha, 2º visconde da Torre Bela.
1. Maria Carolina Corrêa Henriques de Noronha (1795-1869) cc D. João Frederico da Câmara Leme Homem de Sousa. Um dos seus descendentes, D. António da Câmara Leme França Dória, filho de D. Maria Eugénia da Câmara de Leme (1891-1964) e de Alberto Xavier da França Dória, haveria de requerer para si a atribuição do título de 5º visconde de Torre Bela, título que lhe foi concedido por alvará do concelho de Nobreza de 26 de Setembro de 1996.
1. Luís Augusto Correia Henriques de Noronha (1797- 1847) nc ss
1. Emília Augusta Correia Henriques de Noronha (1799-1824) nc ss
1. Fernando Correia Henriques de Noronha (1800) , governador das ilhas de São Tomé e Príncipe nc ss
1. Henriqueta Cristina Correia Henriques de Noronha * 1809 cc Rodrigo Barba Alardo de Lencastre e Barros, 1º visconde do Amparo.
O seu filho, João Correia Brandão de Bettencourt Henriques de Noronha, 2.º visconde de Torre Bela, foi quem lhe sucedeu na casa. Nasceu a 17 de Novembro de 1794 e faleceu a 7 de Julho de 1875. Foi dos poucos morgados na Madeira que seguiu o partido absolutista, tendo sido, na sua qualidade de militar, ajudante de campo de D. Miguel e seu delegado na conferência com o Marechal Saldanha, no Porto.
Casou a 25 de Maio de 1824, com sua prima D. Isabel Joaquina Correia de Atouguia e Vasconcelos, filha herdeira do morgado João Manuel de Atouguia e Vasconcelos, Governador do forte da Conceição, do Ilhéu, e de D. Isabel Joaquina Correia Henriques de Noronha, irmã do 1.º visconde. Deste casamento houve:
2. Maria do Carmo Correia Brandão Henriques de Noronha (1825- 1827)
2. Filomena Gabriela Brandão Henriques de Noronha, 3ª visconde da Torre Bela
O seu filho, João Correia Brandão de Bettencourt Henriques de Noronha, 2.º visconde de Torre Bela, foi quem lhe sucedeu na casa. Nasceu a 17 de Novembro de 1794 e faleceu a 7 de Julho de 1875. Foi dos poucos morgados na Madeira que seguiu o partido absolutista, tendo sido, na sua qualidade de militar, ajudante de campo de D. Miguel e seu delegado na conferência com o Marechal Saldanha, no Porto.
Casou a 25 de Maio de 1824, com sua prima D. Isabel Joaquina Correia de Atouguia e Vasconcelos, filha herdeira do morgado João Manuel de Atouguia e Vasconcelos, Governador do forte da Conceição, do Ilhéu, e de D. Isabel Joaquina Correia Henriques de Noronha, irmã do 1.º visconde. Deste casamento houve:
2. Maria do Carmo Correia Brandão Henriques de Noronha (1825- 1827)
2. Filomena Gabriela Brandão Henriques de Noronha, 3ª visconde da Torre Bela
Sucedeu-se na casa, D. Filomena Gabriela Correia Brandão Henriques de Noronha, 3.ª viscondessa e 1.ª Condessa de Torre Bela..
D. Filomena Gabriela Correia Brandão Henriques de Noronha, viria a se casar com Thomaz Russel Menners Gordon (falecido a 7 de Abril de 1906 - Diário Popular 8 de Abril de 1906), 3.º visconde, por casamento e 1.º conde na sequência da sua elevação à grandeza por Decreto de 6 de Setembro de 1894, de quem houve:
3. Gabriela Maria Gordon Henriques de Noronha (D. Ella Gordon Corrêa)(1861)
3. Isabel Constância Gordon Henriques de Noronha (D. Isabel Constança Gordon Corrêa Bolger)(1863) cc Charles van Beneden cc Joseph Gabriel Bolger.
3. James Murray Kenmure Gordson Correia Henriques de Noronha, 4º visconde da Torre Bela
Seu filho Diogo Murray Kenmure Correia, 4.º visconde e 2.º conde de Torre Bela foi quem lhe sucedeu na casa.
Diogo Murray Kenmure Correia, nasceu em Londres, a 17 de Janeiro de 1865 e faleceu em Berlim a 13 de Junho de 1911, solteiro e sem geração. Seguiu a carreira diplomática, tendo sido adido na legação portuguesa em Berlim. Sucedeu-lhe casa, o seu sobrinho Dermot Bolger, filho de sua Irmã D. Isabel Constança, sem que o título de visconde tivesse sido revalidado.
O título de visconde de Torre Bela foi concedido pela primeira vez em 17 de Dezembro de 1812, sendo sucessivamente renovado em 14 de Julho de 1823, na pessoa de João Correia Brandão Henriques de Noronha, a 11 de Setembro de 1857, na pessoa da condessa de Torre Bela, D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha, e em 28 de Março de 1889, no seu filho Diogo Murry Kenmure Gordon Correia Henriques, 4.º visconde de Torre Bela..
Por Decreto de 6 de Setembro de 1894, Russell Manners Gordon, marido de D. Filomena Gabriela Correia Henriques de Bettencourt Atouguia Brandão de Noronha viria a ser elevado à grandeza de conde, passando a 1.º conde de Torre Bela e 3.º visconde pelo seu casamento.
[1] Registo de óbitos paroquiais da freguesia de Câmara de Lobos, 1822, pg. 40v. Contudo na lápide tumular encontra-se a data de 29 de Outubro de 1821, como sendo a da sua morte.
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